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domingo, 3 de novembro de 2019

ARQUITECTURA AO CENTRO #173


ÁREA DA ESTAÇÃO DE CASTELO BRANCO, ESPAÇO PÚBLICO POENTE
CASTELO BRANCO, CASTELO BRANCO

Nuno Lourenço e Lúcia Manso
com NPK arquitectos paisagistas associados
RISCO
2018

A solução de desenho urbano, cuja obra da primeira fase se encontra concluída, permitiu criar um novo jardim público entre a Rua Pedro da Fonseca e a Estação com uma área de cerca de 5.000 m2, na envolvente do qual ganharão destaque os bonitos edifícios do complexo ferroviário, a conservar, as chaminés da antiga metalúrgica e o futuro viaduto, projetado como um elemento de caracterização do espaço urbano e não como uma estrutura meramente rodoviária.
Na segunda fase deste projeto, com a construção deste viaduto, será possível estabelecer um percurso ciclável entre a zona a norte e a zona a sul da via-férrea e melhorar globalmente a acessibilidade ao bairro do Barrocal. Esta nova ligação afasta definitivamente a hipótese de continuação rodoviária da Avenida Nun’Álvares, preservando assim a antiga estação e o ambiente urbano da mesma Avenida.

site: risco.org

ver mais sobre o projecto:
ultimasreportagens.com

quinta-feira, 30 de maio de 2019

ARQUITECTURA AO CENTRO #140



TERMINAL RODOVIÁRIO
CASTELO BRANCO, CASTELO BRANCO

Jorge Estriga, Nuno Lourenço e Bernardo Falcão
RISCO
2013

O novo terminal rodoviário de Castelo Branco será construído junto da principal estação ferroviária da cidade.
Esta nova infra-estrutura permitirá criar uma necessária interface de transportes públicos, em conjunto com a estação de comboios e com um novo parque de estacionamento, também para ser construído. O terreno disponível consiste num lote comprido e estreito, encravado entre a linha do comboio e a Rua Poeta João Roiz.
Assim sendo, o equipamento urbano concebido é pensado como uma estrutura em dois níveis: o parque de estacionamento, com capacidade para 100 veículos, coberto mas aberto para sul, fica localizado no piso inferior, à mesma cota que a estação de comboios; acima deste, o terminal rodoviário desenvolve-se adjacente à Rua Poeta João Roiz e na continuidade do seu espaço público.
O edifício do terminal pode ser descrito como uma laje de betão suspensa, sob a qual se lozalizam quer os espaços operacionais encerrados - sala de espera, bilheteiras, sala de mercadorias e instalações sanitárias - quer a plataforma de embarque aberta, com capacidade para 10 autocarros.
O projecto também prevê a reestruturação do espaço público envolvente com cerca de 23.000 metros quadrados. Para além dos necessários ajustamentos das ruas às novas solicitações de tráfego, o traçado viário é redesenhado de modo a criar uma clara continuidade pedonal entre o Largo D. Carlos I - em frente à estação de comboios - e as áreas recentemente densificadas a este e sul da cidade.
Basicamente, a intervenção consiste em redesenhar os pavimentos - incluindo ajustamentos no perfil da Rua Poeta João Roiz - várias demolições de edifícios abandonados, projectar novas áreas pedonais e áreas verdes, a modernização de infra-estruturas urbanas subterrâneas existentes, nova iluminação pública e susbtituição de mobiliário urbano.
A intervenção também inclui a substituição da ponte da Carapalha, para este; esta atravessa a linha de comboio e actua como uma ligação muito importante entre o centro da cidade e os seus mais recentes bairros para sul. Este trabalho é necessário devido a alterações significativas propostas para o desenho viário dentro da área de intervenção. Tendo em conta a importância do elemento notável na paisagem urbana do centro da cidade, este trabalho revela-se como uma oportunidade significativa uma vez que permite enriquecer a imagética da cidade.

site: risco.org

ver mais sobre o projecto:
issuu.com/bernardomenezesfalcao
joaomorgado.com