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sábado, 18 de maio de 2019

ARQUITECTURA AO CENTRO #137



12 MORADIAS INDIVIDUAIS, LOTES 146-148, 166-168 E 171-176
ÓBIDOS, BOM SUCESSO

Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus
Aires Mateus & Associados
2003

O projecto propõe enfatizar as especificidades naturais do lugar como forma de potenciar o programa. Dispõe as casas a nascente do lote e as piscinas no lado poente, libertando ao máximo os jardins entre as duas ocupações. (...) Esta disposição transporta uma leitura da luz e percepção do espaço que reconhecemos, na nossa memória, de muros sólidos e pesados de casas de outro ou de todos os tempos.

site: airesmateus.com

ver mais sobre o projecto:
afasiaarchzine.com
afasiaarchzine.com
bomsucesso.com.pt
leonardofinotti.com

segunda-feira, 8 de abril de 2019

ARQUITECTURA AO CENTRO #127



CENTRO ESCOLAR DE RIO DE MOINHOS
ABRANTES, RIO DE MOINHOS

Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus
com Humberto Silva, Humberto Fonseca, Pedro Canotilho, Marco Campolongo e João Esteves
Aires Mateus & Associados
2012

Os universos que frequentamos na infância tendem a perdurar nas nossas memórias. É o tempo em que nos relacionamos com a arquitectura de um modo mais livre e genuíno. Estabelecem-se apropriações e hierarquizações intuitivas dos valores da arquitectura. Interessa por isso identificar o património que é estimado por todos, e sobre o qual se podem desenhar as memórias que se construirão.
Em territórios não conformados definem-se perímetros claros: plantas de base quadrada que se adoçam umas às outras ou aparecem enquanto forma pura. A necessidade de diferentes funções nas escolas estabelecem o pretexto para espaços distintos. Cada compartimento é uma experiência autónoma com escala, proporção e identidade própria. A agregação de todos os volumes define o seu valor iconográfico exterior. No interior protegido é definido um espaço intersticial, infinito por não revelar o seu início ou fim, que é usado como recinto lúdico.
São estrturas de ausência e ocupação que mimetizam os princípios que sempre se encontraram nas pequenas aglomerações urbanas.
Escolhem-se vãos replicáveis para todas as necessidades e define-se um acabamento generalizado para todos os espaços. A criteriosa economia destes elementos faz ressaltar a diversidade dos espaços.
A intensidade deste novo universo propõe-se na serena sucessão de momentos únicos.

site: airesmateus.com

ver mais sobre o projecto:
afasiaarchzine.com
ultimasreportagens.com

sábado, 23 de fevereiro de 2019

ARQUITECTURA AO CENTRO #116



CENTRO ESCOLAR DE ALFERRAREDE
ABRANTES, ALFERRAREDE

Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus
com Humberto Silva, Humberto Fonseca, Pedro Canotilho, Marco Campolongo e João Esteves
Aires Mateus & Associados
2012

Os universos que frequentamos na infância tendem a perdurar nas nossas memórias. É o tempo em que nos relacionamos com a arquitectura de um modo mais livre e genuíno. Estabelecem-se apropriações e hierarquizações intuitivas dos valores da arquitectura. Interessa por isso identificar o património que é estimado por todos, e sobre o qual se podem desenhar as memórias que se construirão.
Em territórios não conformados definem-se perímetros claros: plantas de base quadrada que se adoçam umas às outras ou aparecem enquanto forma pura. A necessidade de diferentes funções nas escolas estabelecem o pretexto para espaços distintos. Cada compartimento é uma experiência autónoma com escala, proporção e identidade própria. A agregação de todos os volumes define o seu valor iconográfico exterior. No interior protegido é definido um espaço intersticial, infinito por não revelar o seu início ou fim, que é usado como recinto lúdico.
São estrturas de ausência e ocupação que mimetizam os princípios que sempre se encontraram nas pequenas aglomerações urbanas.
Escolhem-se vãos replicáveis para todas as necessidades e define-se um acabamento generalizado para todos os espaços. A criteriosa economia destes elementos faz ressaltar a diversidade dos espaços.
A intensidade deste novo universo propõe-se na serena sucessão de momentos únicos.

site: airesmateus.com

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divisare.com
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

PROJECTAR (NO CONVENTO DE CRISTO) EM TOMAR


O Convento de Cristo, em Tomar vai receber a próxima sessão da actividade PROJECTAR, no próximo dia 24 de Janeiro, com a exibição do filme AIRES MATEUS: MATÉRIA EM AVESSO, pelas 19h00 no Scriptorium do Convento, e que pretende dar outra visão da obra destes arquitectos, em complemento à exposição que está patente ao público nas Salas do Noviciado do Convento de Cristo até ao dia 31 de Janeiro.



Mais informações sobre o filme aqui.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

PROJECTAR #72


A septuagésima segunda sessão da actividade PROJECTAR terá lugar no Convento de Cristo, em Tomar, e pretende dar outra visão da obra dos arquitectos Aires Mateus, em complemento à exposição que está patente ao público nas Salas do Noviciado do Convento de Cristo até ao dia 31 de Janeiro, e terá lugar no dia 24 de Janeiro no Scriptorium do Convento de Cristo pelas 19h00.



Realizado por Henrique Pina em 2017, o filme intitula-se 'Aires Mateus: Matéria em Avesso':

'Aires Mateus: Matéria em Avesso' partiu de um trabalho de investigação dos arquitectos Maria João Soares, Susana Tavares dos Santos e João Miguel Couto Duarte, que foi adaptado ao cinema por Henrique Pina. O filme centrou-se em oito casas da autoria dos arquitectos Aires Mateus e nas ligações que estabelecem com o território português e com o corpo humano, ligações essas que são pensadas também através da dança contemporânea e do movimento da coreógrafa e bailarina Teresa Alves da Silva e através da música original composta por Noiserv. O filme teve a sua estreia mundial em Nova Iorque, no Architecture and Design Film Festival.




Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação do auditório no Convento de Cristo, em Tomar, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Direção-Geral do Património Cultural - Convento de Cristo
Moonway Films


PROGRAMA:

24 de Janeiro, 19h00
Convento de Cristo, Tomar
AIRES MATEUS
Matéria em Avesso

(2017, Henrique Pina, 65')

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

AIRES MATEUS - ARQUIVO 1998 – 2018


exposição
AIRES MATEUS
ARQUIVO 1998 – 2018

Salas do Noviciado, Convento de Cristo, Tomar
23 de Novembro a 31 de Janeiro

“AIRES MATEUS – ARQUIVO 1998 – 2018”, a exposição que percorre os últimos 20 anos do Atelier Aires Mateus, inaugura no próximo dia 23 de novembro, às 18H00, no Convento de Cristo, em Tomar. Para esta retrospetiva, os arquitectos Manuel e Francisco Aires Mateus escolheram 54 projetos, apresentados em 91 maquetes, nas salas do Noviciado do Convento da Ordem de Cristo.



Esta exposição de Arquitectura acontece no âmbito da parceria entre a Direção Geral do Património Cultural – Convento de Cristo, a Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Sul, que trouxe já ao monumento Património Mundial da Humanidade UNESCO, exposições dos arquitectos Nuno Mateus e José Mateus (ARX Portugal), Souto de Moura e Carrilho da Graça.

Manuel e Francisco Aires Mateus nasceram em Lisboa em 1963 e 1964. Formaram-se na Faculdade de Arquitectura /U.T.L. em 1986 e 1987 respetivamente. Começaram a colaborar com o arquitecto Gonçalo Byrne a partir de 1983. Em 1988 começaram a desenvolver projetos enquanto autores. O atelier Aires Mateus é fundado nessa altura pelos dois irmãos, embora ocupando ainda um espaço dentro do atelier do arquitecto Gonçalo Byrne.
A crescente escala de projetos fez com que se estabelecessem num espaço maior e autónomo para responder às solicitações de trabalho. Desde então, a dimensão e quantidade de trabalho tem sido prolífica, resultando em diversos prémios de arquitectura nacionais e internacionais. A visibilidade do seu trabalho originou convites para realizar conferências e lecionar em várias instituições internacionais, como a Graduate School of Design em Harvard, a Accademia de Arquitectura de Mendrisío entre outras em Portugal. Neste momento, a estrutura abrange dois escritórios, ambos em Lisboa, e estabelece diversas parcerias com ateliers locais para o desenvolvimento de projetos internacionais.

Manuel Aires Mateus foi Prémio Pessoa em 2017.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

ARQUITECTURA AO CENTRO #96



CENTRO ESCOLAR DE BEMPOSTA
ABRANTES, BEMPOSTA

Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus
com Humberto Silva, Humberto Fonseca, Pedro Canotilho, Marco Campolongo e João Esteves
Aires Mateus & Associados
2012

O centro Escolar de Bemposta localiza-se a Poente do Bairro 25 de Abril, e foi desenvolvido para a Câmara Municipal de Abrantes.
O Projecto compreende a construção de um edifício térreo com três volumes prismáticos rodados entre si, formando um corpo geométrico agrupado. A intervenção compreende uma área de construção de aproximadamente 1 700 m², estando a escola implantada num terreno com cerca de 5 750 m².
O Programa definido para a escola compreende valências ao nível do ensino básico e pré-escolar, pretendendo-se ainda a construção de áreas sociais e de apoio, tais como refeitório suportado por cozinha, áreas administrativas e biblioteca.

site: airesmateus.com

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sábado, 11 de novembro de 2017

ARQUITECTURA AO CENTRO #26



CASA EM ALCOBAÇA
ALCOBAÇA, ALCOBAÇA

Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus
com Catarina Bello
Aires Mateus
2011

A casa que se desenha no centro histórico de Alcobaça é registo de vários tempos: Um pequeno edifício reconstruído para perpetuar a escala vernacular mais recorrente, e um muro criteriosamente desenhado para albergar uma serena extensão.
No edifício antigo trabalha-se um vazio a partir da espessura modelada das suas paredes periféricas. Liberta-se uma coluna de vazio que recebendo luz por um lanternim a oferece a uma nova atmosfera protegida e privada. Os compartimentos surgem como adições interiores, relacionando-se com o exterior através de aberturas reinterpretadas nas fachadas, mas defindo e criando um espaço interior inesperado.
A ampliação da casa surge como a ocupação de uma diferença de cotas, entre o nível de chegada da rua, e um jardim que se gera e se relaciona com o rio Baça. O perímetro do novo muro define pátios que mediam a escala do gesto contemplativo com o exterior. As zonas sociais, sem obstáculos, funcionam como um contínuo espacial que se estende e difunde entre os dois tempos do desenho.

site: airesmateus.com

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sábado, 26 de agosto de 2017

ARQUITECTURA AO CENTRO #11



CASA EM LEIRIA
LEIRIA, POUSOS

Manuel Aires Mateus
com Maria Rebelo Pinto
e Humberto Fonseca, Luísa Sol, Tiago Santos
Aires Mateus
2010

Um lugar na periferia de Leiria, num ponto elevado em relação à rua e aberto sobre a vista da cidade.
O programa é banal: uma casa dividida em zona íntima de quartos e zona social como área de salas.
As áreas íntimas são organizadas à cota da rua, sob o terreno, em redor de um pátio central com os espaços abertos a pátios privativos. Os espaços das salas dispõem-se em torno de um vazio, que recebe luz de cima e avista de longe o castelo no centro da cidade.
A casa desenha-se com um arquétipo reconhecível rasgado verticalmente pela luz, desenhada por um pátio com três alturas que se abre horizontalmente na cota do jardim. Os pátios dos quartos, abertos ao jardim, relacionam-se de forma variável com este volume arquetípico introduzindo leituras diferentes da sua extensão.
Controla-se volume e escala num entorno desorganizado, com uma imagem clara que desde o seu interior se relaciona com o elemento patrimonial, ao longe, o castelo de Leiria.

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

HÁ DEZ ANOS - CONCURSO DAS MARGENS DO TEJO


Em 22 de Junho de 2007 foram divulgados, em Constância, os resultados do Concurso Internacional para a Dinamização do Rio nas Margens do Médio Tejo, organizado pela TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, com a colaboração dos Municípios de Abrantes, Chamusca, Constância e Vila Nova da Barquinha, e cujo júri foi composto pelos arquitectos Gonçalo Byrne (presidente), Luis Moreno Mansilla, Manuel Aires Mateus, arquitecto paisagista João Ferreira Nunes, Dr. António Marques (CCDRLVT), Dr. Pina da Costa e arquitecto Rui Serrano.


(Clique nas imagens para ver mais)

A cerimónia decorreu no Centro Náutico de Constância, Praia do Ribatejo, onde se realizou uma conferência de apresentação das propostas premiadas pelos seus autores, AtelierMob (1.º prémio), Wuda*Wurfbaum Dantas Architects (2.º prémio) e Atelier Rua (3.º prémio) e foi efectuado o lançamento do respectivo catálogo, distribuído com a edição de Julho da revista +arquitectura.
No mesmo local pôde ser visitada a exposição dedicada aos trabalhos apresentados a concurso, que posteriormente esteve patente ao público no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, de 16 a 26 de Julho, e na Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, de 17 a 26 de Setembro do mesmo ano.