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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

ARQUITECTURA AO CENTRO #87



SHOWROOM, LOJA E WINE LOUNGE DO CASAL DA COELHEIRA
ABRANTES, TRAMAGAL

Pedro Costa e Ana Barral
MODO Arquitectos Associados
2013

A Quinta do Casal da Coelheira dedicou-se à produção agrícola na primeira metade do século XX, tendo-se destacado ao longo dos anos na produção vinícola de referência, frequentemente premiada.
No sentido de adequar as características do espaço de atendimento ao público à qualidade dos seus produtos e às exigências actuais, decidiu em 2008 criar um novo espaço de showroom, loja e wine lounge, através da reabilitação de parte do edificado existente e enquadrado numa estratégia maior de modernização das instalações.
Esta intervenção valorizou profundamente a forma de comunicar da empresa com os seus visitantes e clientes. Aqui fica espelhado o rigor e a alta tecnologia envolvida nos processos decorrentes.
De facto, as unidades fabris eram, há poucos anos, partes “invisíveis”, em termos de comunicação e relações com entidades externas. Actualmente, passaram a ser peças muito importantes na transmissão dos valores centrais das empresas industriais.
Inspirada por esta constante evolução da Quinta e dos processos produtivos, a intervenção visa dignificar e enaltecer a história, tradição, qualidade, inovação e sofisticação.
Na prática, procedeu-se à remodelação da ala esquerda do edifício existente, aproveitando a zona em arcada que estava sub utilizada como parque de estacionamento. Assim, passou a fazer-se a entrada pela área de showroom e loja, com salas técnicas associadas, passando-se depois a um espaço amplo multifuncional onde se realizam, por exemplo, provas de degustação e lançamento de novos produtos. No piso superior existe uma sala de reuniões, com vista sobre o wine lounge.
Nos acabamentos e divisórias foram utilizados, com traço e design moderno, materiais naturais (pedra, madeira, metais) tradicionalmente associados a uma atividade de longa história como seja a agricultura e especialmente a vinicultura.
Com esta intervenção foram criadas condições de trabalho seguras e eficientes, em espaços de grande qualidade e responsabilidade ambiental e simultaneamente transmitir a todos os visitantes, sem necessidade de palavras, um firme empenho na tradição de qualidade, consistência e inovação características da Quinta do Casal da Coelheira.

site: modoassociados.com

ver mais sobre o projecto:
aeccafe.com
archdaily.cn
archdaily.com
archdaily.com.br
archello.com
architizer.com
plataformaarquitectura.cl
thearchitectureinsight.com

terça-feira, 17 de abril de 2018

ROTEIRO DA ARQUITECTURA MODERNA
LANÇAMENTO DO CATÁLOGO


lançamento do catálogo
ROTEIRO DA ARQUITECTURA MODERNA
TOMAR, 1930 - 1965

Casa dos Cubos, Tomar
26 de Abril, 18h00

Apresentação do catálogo da exposição:
- Paula Torgal, Presidente da Secção Regional Sul da Ordem do Arquitectos
- Município de Tomar
- Instituto Politécnico de Tomar

Mesa Redonda:
Moderador:
- Pedro Costa, Presidente da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos
Oradores:
- Ana Tostões, Presidente do Docomomo Internacional
- Inês Serrano e Anabela Mendes Moreira, Investigadoras do Instituto Politécnico de Tomar
- Inácio Costa Rosa, arquitecto autor de algumas das obras expostas

O “Roteiro da Arquitectura Moderna em Tomar” resulta de um projecto de investigação desenvolvido no Instituto Politécnico de Tomar, numa parceria protocolada com o Município de Tomar, à qual se associou a Ordem dos Arquitectos, Delegação do Centro da Secção Regional Sul.

A exposição continua patente ao público até ao dia 29 de Abril. Mais informações sobre a mesma aqui e aqui.

sábado, 23 de julho de 2016

HABITAR PORTUGAL 12-14 - VISITA GUIADA #1


Exposição
HABITAR PORTUGAL 12-14
Moagem A Portuguesa, Complexo Cultural da Levada de Tomar
20 de Julho a 11 de Setembro
4.ª-feira a domingo, das 15h00 às 19h00
Entrada livre

Os membros desta Delegação da Ordem dos Arquitectos foram convidados pelos comissários da exposição "Habitar Portugal 2012-14" para conduzir a primeira visita guiada, este domingo pelas 18h00, na Moagem A Portuguesa, no Complexo Cultural da Levada de Tomar.

O Habitar Portugal 12-14 pretende ser um olhar sobre a produção arquitectónica portuguesa do último triénio a partir de um ponto de vista que articula duas ideias fundamentais. A primeira decorre do momento que o País vive a que, presumimos, a produção de arquitectura não será alheia. O tema proposto - está a arquitectura sob resgate? - estabelece desde logo um contexto onde situar as obras e um enquadramento para as poder ver e analisar. Acreditamos que este é o pano de fundo do espaço onde, ao longo deste tempo, acontecem as práticas arquitectónicas em Portugal cuja maior ou menor presença o HP vai tratar de analisar.

O Habitar Portugal é uma selecção, uma escolha das obras de arquitectura que, a partir de vários programas, lugares, escalas ou condições, se consideram desde o ponto de vista de cada um dos seus comissariados, exemplares, no seu tempo e na sua condição. Esta é a quinta edição do Habitar Portugal o que significa que esta iniciativa acumulou um acervo de cerca de 400 obras ao longo de 15 anos de existência que deve ser valorizado. Os registos desse acervo permitem-nos hoje estabelecer pontos de comparação com a situação actual, as potenciais transformações na prática projectual ou edificatória afectada pelas condições de austeridade e escassez provocadas pelo resgate da Troika. É essa a segunda ideia fundamental, trazer à luz um palimpsesto que resulta das obras que fizeram parte das quatro edições anteriores e assim encontrar os registos que o lastro que elas deixaram faz emergir em contraste ou continuidade com o momento que vivemos. Crise, resgate e palimpsesto são as marcas da condição actual, estão presentes no quotidiano e na paisagem do país onde hoje vivemos. Que impacto têm na arquitectura em Portugal?

Mais informações em www.habitarportugal.org

terça-feira, 22 de março de 2016

HÁ DEZ ANOS - PRIMEIRAS ELEIÇÕES PARA O NMT

Há dez anos foi eleita a única lista candidata às eleições para o Secretariado do Núcleo do Médio Tejo. A lista “Médio Tejo” obteve 25 votos num universo de 99 eleitores, tendo sido considerados inválidos seis votos, numa eleição realizada a 17 de Fevereiro de 2006 nas instalações do Núcleo, em Abrantes.


A lista vencedora (Rui Miguel dos Santos Serrano, Pedro Manuel Araújo Dias Costa, Ricardo Manuel Martins Cabrita, Ana Sofia Barral Fernandes Pereira da Cruz, José Fernando Porto Tavares, membros efectivos; Vítor Manuel Tavares Gomes Santana e Carlos Augusto Santos Duque, membros suplentes; e Bernardino Carlos Vareta Ramalhete, mandatário da lista), que integrou grande parte da comissão instaladora do núcleo, nomeada em Abril de 2004, tomou posse no dia 22 de Março de 2006.


quinta-feira, 9 de julho de 2015

HABITAR PORTUGAL EM ABRANTES


Habitar Portugal
Debate HP #03 "Habitar Portugal que não se vê?" em Abrantes

Cineteatro S. Pedro, Abrantes
11 de Julho, às 18h
no âmbito do 180 Creative Camp

Habitar Portugal que não se vê?
A sobrevivência em arquitectura está em boa parte ligada à visibilidade e a condição de tornar visível é uma prerrogativa dos centros. O que fazer desde o território que está em sombra, afastado, periférico ou invisível? Por outro lado estar afastado da velocidade das coisas contemporâneas traz uma possibilidade de afastamento crítico, de sentido de preservação e de identidade. Será um habitar slow uma afirmação?

Pedro Dias Costa
Delegação do Centro da OA, Abrantes
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Fernando Sanchez Salvador
Margarida Grácio Nunes
fssmgn arquitectos, Lisboa
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Inês Moreira
cabincrew/FBAUP, Porto
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Pedro Campos Costa
Campos Costa Arquitectos, Lisboa

http://www.arquitectos.pt/?no=2020495646,153

terça-feira, 2 de junho de 2015

APRESENTAÇÃO DA DELEGAÇÃO DO CENTRO - FOTOS

Clique na foto para ver mais
(fotos Sandra Costa e Município de Abrantes)

Decorreu no passado dia 29 de Maio, pelas 18h00, a sessão de apresentação da nova Delegação do Centro da Secção Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos, em Abrantes, no recém inaugurado novo Mercado Municipal / Welcome Center.

Rui Alexandre, presidente da Secção Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos, abriu a sessão, fazendo um breve relato do historial da estrutura local da Ordem dos Arquitectos, primeiro como Núcleo do Médio Tejo e depois como Delegação de Abrantes, e do processo que levou à criação da Delegação do Centro, com as consequentes extinções das Delegações de Abrantes e de Castelo Branco.

De seguida, tomou a palavra Pedro Dias Costa, que encabeçou a lista seleccionada de entre as três concorrentes à direcção da nova delegação, para salientar a importância do trabalho em equipa e da colaboração com as entidades e instituições locais, salientando o Município de Abrantes como exemplo, para o sucesso das acções que têm sido levadas a cabo na região em prol da arquitectura.

Maria do Céu Albuquerque, presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e da Câmara Municipal de Abrantes, encerrou a sessão, congratulando a equipa que assumiu funções pelo trabalho que tem efectuado e pelo novo desafio que assumiu, e terminou lançando o repto à Ordem para a organização de um concurso de ideias para o edifício do antigo Mercado Municipal e área envolvente.

À nova Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos caberá dinamizar os concelhos [44], e respectivas comunidades intermunicipais, seguintes:
Oeste [12]: Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras;
Região de Leiria [10]: Alvaiázere, Ansião, Batalha, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Marinha Grande, Pedrógão Grande, Pombal, Porto de Mós;
Médio Tejo [13]: Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei, Vila Nova da Barquinha;
Beira Baixa [6]: Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão;
Parte da Beira Alta e Serra da Estrela (Cova da Beira) [3]: Belmonte, Covilhã, Fundão.