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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

ARQUITECTURA AO CENTRO #41



ESTAÇÃO DE CANOAGEM DE ALVEGA
ABRANTES, ALVEGA

Andreia Salavessa e Tiago Mota Saraiva
Vera João, Ana Luísa Cunha, Rita Aguiar Rodrigues, Carine Pimenta, João Afonso Almeida, Mariana Simões, João Torres, Sophia Walk
Ateliermob
2014

Na praia fluvial de Alvega, com a mesma área e volume da anterior construção, localiza-se o novo edifício da Estação de Canoagem. A sua proximidade ao rio Tejo, numa zona regularmente inundada durante o Inverno, determinou a sua posição no terreno, elevado do chão – aumentando a permeabilidade do terreno – e o revestimento das suas paredes, com uma solução de perfis de plástico reciclado negro, com bom desempenho ao choque de objectos que possam ser transportados pelo rio e, simultaneamente, permeável à força da água.
Internamente dividido em três corpos, que poderão ter gestão diferenciada, o volume é constituído por uma cafetaria, área de depósito de embarcações e balneários de apoio à praia.
A área de esplanada, churrasco e a escadaria, potencialmente utilizável como anfiteatro, constituem espaços de apoio à utilização de carácter comunitário que já ocorria no local.

site: ateliermob.com

ver mais sobre o projecto:
archdaily.com
archdaily.com.br
archello.com
francisconogueira.com
habitarportugal.org
metalocus.es
plataformaarquitectura.cl

segunda-feira, 24 de julho de 2017

ARQUITECTURA AO CENTRO #06



ANFITEATRO AO AR LIVRE
ABRANTES, RIO DE MOINHOS

Andreia Salavessa e Tiago Mota Saraiva
Vera João, Ana Luísa Cunha, João Torres, Zofia Józefowicz, Sophia Walk
(concurso: Carolina Condeço, Nuno Ferreira)
Ateliermob
2013

Localizado na margem direita do rio Tejo junto ao aglomerado urbano de Rio de Moinhos, o Cais das Barcas servia para acostar embarcações de pescadores e de transporte de pessoas e bens entre as duas margens do Tejo. Dos elementos construídos resiste um muro de contenção de terras e uma rampa embarcadouro, ambos em alvenaria de pedra. Observam-se ainda alguns troços de calçadas em seixo, deduzindo-se que uma grande parte destes se encontra soterrado, devido à falta de manutenção e acumulação superficial de terras e vegetação.
Com o projecto procura-se recriar um lugar a partir da reabilitação do cais, acrescentando-lhe novas valências de referência colectiva. Um novo espaço para a população local que se assuma como um elemento na paisagem e um lugar de reunião da comunidade local. Partindo da ideia de um anfiteatro aberto sobre o Rio propõe-se uma estrutura que funcione como um marco na paisagem.
Esta plataforma poderá ser utilizada para concertos de pequena escala, lições das escolas locais, assembleias de freguesia ou um simples encontro. A partir do auditório, paralelo ao cais existente (a reabilitar), aproveita-se para redesenhar todo o espaço à sua volta, sem lhe retirar o carácter naturalizado ainda que dotando-o de mobiliário urbano – bancos e mesas, para uma mais efectiva utilização da população.
Rio de Moinhos tem vivido uma relação difícil com o rio, identificável no desenho da sua morfologia urbana - dos tempos de cheia aos períodos de seca e afastamento da água. Todos os anos na época de maiores chuvas, esta estrutura poderá ficar parcialmente submersa.
A intervenção proposta procura requalificar o lugar caracterizando-o como um novo espaço de reunião para a comunidade local. Na maior parte dos momentos em que não há nenhum evento, este anfiteatro passará a ser o local ideal para contemplar o rio e a paisagem.

site: ateliermob.com

ver mais sobre o projecto:
archdaily.com
archdaily.com.br
dezeen.com
metalocus.es

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

HABITAR PORTUGAL 12-14 - DEBATE #2


Exposição
HABITAR PORTUGAL 12-14
Moagem A Portuguesa, Complexo Cultural da Levada de Tomar
20 de Julho a 11 de Setembro
4.ª-feira a domingo, das 15h00 às 19h00
Entrada livre

Apresentações // Conferências
Obras Sul I
Moinho da Ordem, Complexo Cultural da Levada de Tomar
9 de Setembro, 17h00

Em Tomar, no espaço da Moagem A Portuguesa, Complexo Cultural da Levada, obra recentemente reabilitada por Cândido Chuva Gomes, e procurando entender o contexto em que cada mostra hp 12-14 se faz, o destaque é dado às obras: Casa sobre Armazém, em Torres Novas, de Miguel Marcelino; Complexo Habitacional de Penela, de João Álvaro Rocha; Edifícios Centrais do Parque Tecnológico de Óbidos, de Jorge Mealha; Centro de Visitantes do Castelo de Pombal, de Luis Miguel Correia, Nelson Mota, Susana Constantino – COMOCO; Estação de Canoagem de Alvega, em Abrantes, de Tiago Mota Saraiva, Andreia Salavessa – Ateliermob; RENOVA Loja & Teatro, Almonda, em Torres Novas, de Paulo Henrique Durão – Phyd Arquitectura.

Nos projectos em destaque nesta exposição encontramos programas e encomendas distintas, do privado ao público. Num tempo em que a escassez de encomenda pública é notória interessa também discutir as apostas que foram feitas pelos Municípios assim como por privados, matérias que o programa paralelo permitirá também abordar.

Oradores
Miguel Marcelino > Casa sobre Armazém, Torres Vedras
Luís Miguel Correia (COMOCO) > Centro De Visitantes Do Castelo De Pombal
Conceição Melo e Alberto Vieira (João Álvaro Rocha arquitectos) > Complexo Habitacional de Penela
Jorge Mealha > Edifícios Centrais do Parque Tecnológico de Óbidos
Tiago Mota Saraiva (Ateliermob) > Estação de Canoagem de Alvega, Abrantes
Paulo Henrique Durão (Phyd Arquitectura) > Renova Loja & Teatro Almonda, Torres Novas

Moderação
Comissariado
HP12–14

Mais informações em www.habitarportugal.org

quarta-feira, 20 de julho de 2016

HABITAR PORTUGAL 12-14 - DEBATE #1


Arquitectura e inclusão social: a todas as portas
Moinho da Ordem, Complexo Cultural da Levada de Tomar
20 de Julho, 19h00

Os acontecimentos que têm assombrado a Europa pela confrontação a que a obrigam com a sua lógica e os seus valores chegam a Portugal.
A violência das imagens que vemos de refugiados a chegar a uma Europa que se definiu a si mesma como um espaço natural de acolhimento e de inclusão faz-nos reflectir sobre o nosso papel como cidadãos e sobre a acção específica dos arquitectos. Da arquitectura e do seu papel como corpo capaz de integrar em si, na sua disciplina, questões e temas que implicam todos. Inclusão parece-nos ser um tema positivo, ou seja, um tema que surge naturalmente e que decorre da prossecução natural da vida em comunidade. Na realidade, inclusão surge como um tema reactivo, como uma resposta a manifestações de exclusão.

Este será um primeiro tema para o debate, preocupamo-nos com a necessidade de incluir porque nos confrontamos com a exclusão.

O Conjunto Habitacional de Penela, obra que aqui se apresenta pela circunstância de pertencer a uma proximidade geográfica com Tomar, traz-nos a escala e a amplitude destas questões que nos parecem próximas na nossa coexistência mediática com o mundo em que vivemos, neste caso o problema específico dos refugiados sírios, mas traz-nos de volta aos nossos problemas quotidianos como o é a integração das comunidades ciganas no espaço alargado de que todos fazemos parte mesmo que não participem do mediatismo da informação com que nos confrontamos diariamente.
Acontece reconhecermos um problema que existe à frente dos nossos olhos quando o localizamos pela mira dos media. Muitas vezes viver e fazer reconhecer um problema passa por mantê-lo vivo, à luz, longe da obscuridade, do esquecimento.

Boa parte da arquitectura do século XX emerge como resposta às condições de vida de um mundo em processo de industrialização e muitas das respostas então estabelecidas são ainda presentes. As décadas de 1960 e 70 construíram espaços de confluência entre a arquitectura e a sociologia que permanecem actuais e formaram muita da consciência social que tem hoje espaços activos nas discussões que se estabelecem sobre o papel social que a arquitectura tem ou pode vir a ter na vida que todos compartilhamos. A arquitectura manifesta, pelos programas que lhe dão origem e pelas respostas que propõe, um espaço de reflexão sobre a sua participação nos processos de construção das formas e dos espaços em que vivemos.
O segundo tema de discussão que propomos é precisamente sobre esse papel. No espaço de tempo que corresponde a esta edição do Habitar Portugal, 2012-2014, que coincidiu com a intervenção da troika em Portugal, qual é o estado desse espaço de reflexão? Como se manifestou na arquitectura que por aqui se pratica? Que formas, processos, intenções traz a arquitectura para um espaço mais alargado de discussão?

E a arquitectura, ela própria, como fica?

Oradores
João Boto Caeiro (arquitecto, rootstudio (MEX))
José António Pinto / Chalana (assistente social, Bairro do Lagarteiro do Porto)
Manuela Mendes (socióloga, CIES / FAUTL)
Tiago Mota Saraiva (arquitecto, ateliermob)

Moderação
Comissariado
HP12–14

segunda-feira, 18 de julho de 2016

HABITAR PORTUGAL 12-14 EM TOMAR


Exposição
HABITAR PORTUGAL 12-14
Moagem A Portuguesa, Complexo Cultural da Levada de Tomar
20 de Julho a 11 de Setembro

A Câmara Municipal de Tomar e a Ordem dos Arquitectos, com a Cinca e a Mapei, convidam para a inauguração da exposição "Habitar Portugal 2012-14".
 
"Habitar Portugal" é uma selecção de obras construídas por aquitectos a trabalhar em Portugal. A presente edição é comissariada pelos arquitectos Luís Tavares Pereira, Bruno Baldaia e Magda Seifert e tem como tema "Está a arquitectura sob resgate?".

20 de Julho
18h00 - Inauguração
Moagem A Portuguesa
Complexo Cultural da Levada de Tomar
19h00 - Debate
"Arquitectura e Inclusão Social: a todas as portas"
João Boto Caeiro (arquitecto, rootstudio (MEX))
José António Pinto (assistente social, Bairro do Lagarteiro do Porto)
Manuela Mendes* (socióloga, CIES / FAUTL)
Tiago Mota Saraiva (arquitecto, ateliermob)
* a confirmar

Mais informações em www.habitarportugal.org