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quarta-feira, 24 de abril de 2019

ARQUITECTURA AO CENTRO #131



UNIDADE DE CUIDADOS CONTINUADOS
ENTRONCAMENTO, ENTRONCAMENTO

João Atanázio Rei
João Atanázio Rei Arquitectura e Design, Lda.
2009







site:

ver mais sobre o projecto:
joaomorgado.com

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

COTTINELLI TELMO, UMA VIDA INTERROMPIDA


Integrada na Feira do Livro do Entroncamento, iniciativa do Município do Entroncamento, vai ser exibido o documentário COTTINELLI TELMO, UMA VIDA INTEROMPIDA, sessão realizada com a colaboração da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos, Secção Regional do Sul, que terá lugar no Centro Cultural no dia 9 de Dezembro pelas 17h00.


Recorda-se que este documentário já foi exibido no âmbito da actividade Projectar, na 50.ª sessão que se realizou na carruagem auditório do Museu Nacional Ferroviário, também no Entroncamento.
A biografia do arquitecto Cottinelli Telmo pode ser consultada aqui.

Organização:
Município do Entroncamento

PROGRAMA:

9 de Dezembro, 17h00
Centro Cultural, Entroncamento
COTTINELLI TELMO
Uma Vida Interrompida

(2013, António-Pedro Vasconcelos e Leandro Ferreira, 58')

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

RISCAR A ARQUITECTURA NO MUSEU NACIONAL FERROVIÁRIO


No próximo domingo, 19 de Fevereiro de 2017, das 10h00 às 18h00, realiza-se um encontro dos Urban Sketchers Portugal (USkP) e dos Ribatejo Sketchers (RSk), com o apoio da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos - Secção Regional do Sul, para desenhar no Museu Nacional Ferroviário, localizado aqui, no Entroncamento, estação de paragem da maioria dos comboios Regionais e InterCidades da Linha do Norte.

A Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos oferece o almoço aos participantes.
Informações sobre o valor do bilhete de entrada no museu por e-mail.
A INSCRIÇÃO é OBRIGATÓRIA para o e-mail até 18 de Fevereiro de 2017.
Contactos: Rita Caré e Raquel Sousa - rita.s.care@gmail.com

O Museu Nacional Ferroviário conta a história do caminho de ferro em Portugal e remete para uma perspetiva singular da história da Europa e do Mundo. Técnica, arte e ciência cruzam-se com as narrativas das Sociedades, dos Grupos e dos Indivíduos. O caminho de ferro desbravou novos territórios, criou cidades, ligou comunidades mais ou menos longínquas, criou e sustentou novas ofertas e necessidades, mudou a forma de ver o mundo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

PROJECTAR COM COTTINELLI TELMO


COTTINELLI TELMO (1897-1948)

José Ângelo Cottinelli Telmo nasceu a 13 de Novembro de 1897 em Lisboa, filho de Cristiano da Luz Telmo, tenor lírico, e de Cecília Cottinelli Telmo, professora de piano. De 1907 a 1914 frequenta o Liceu Central de Pedro Nunes, em Lisboa, onde conclui o Curso Geral dos Liceus (5.ª classe) e o Curso Complementar de Ciências (7.ª classe). Frequenta as aulas de desenho da Sociedade de Belas-Artes do Liceu de Pedro Nunes.

Em 1915 é admitido na Escola de Belas-Artes de Lisboa, onde conclui o Curso Especial de Arquitectura Civil em 1920. Neste período integra o projecto cinematográfico Lusitania Film, com Leitão de Barros, entre outros; participa, como bailarino, nos bailados de Almada Negreiros no Teatro de São Carlos e, também neste teatro, compõe música e dirige a orquestra na festa dos estudantes de Belas-Artes (1918).

Em 1920 cria a banda-desenhada (texto e desenhos) de As Aventuras Inacreditáveis (e com Razão) do Tio Pirilau que Vendia Balões, publicada no semanário ilustrado ABC, cujo sucesso motivou a criação da primeira revista infantil: ABCzinho, que dirigiu de 1921 a 1929, sendo responsável por grande parte do seu conteúdo; faz capas, textos, ilustrações, banda desenhada, (foi autor de páginas autónomas onde confluem texto e imagem, colaborando, em muitas outras, como argumentista, com artistas como Carlos Botelho).

Entre 1921 e 1922 colabora na Ilustração Portuguesa, dirigida por António Ferro, e realiza os seus primeiros projectos, como o Pavilhão de Física e Química do Liceu de Gil Vicente, em Lisboa, em coautoria com Luís da Cunha (demolido em 1945), e vence, com Carlos Ramos e Luís da Cunha, o concurso para a construção do Pavilhão de Honra de Portugal na Exposição Internacional do Rio de Janeiro, Brasil.

Em Abril de 1923 é admitido como Arquitecto na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, para a qual irá realizar numerosos projectos, vários deles com Luís da Cunha e Vasco Palmeiro Regaleira. Em colaboração com o primeiro destacam-se a Escola Camões (1923-28), o bairro do mesmo nome, as casas e diversos equipamentos (1924-27) no Entroncamento, ou o Edifício de passageiros da Estação de Coimbra A / Edifício da Estação Nova (1923-31).

Com projecto seu, são realizados os edifícios de passageiros para o Apeadeiro de Alcântara-Mar, em Lisboa (1927-28), o da Estação de Tomar (1928-31), da Estação Fluvial de Sul e Sueste / Estação do Terreiro do Paço, em Lisboa (1928-32), da Estação do Carregado (1930-31) ou o Sanatório Ferroviário da Covilhã (anteprojecto 1927-28, projecto 1933-36).

Paralelamente à sua actividade na CP, realiza os projectos do Liceu Latino Coelho, em Lamego (1931-37), a formalização arquitetónica do estúdio Cinematográfico da SPFSTK (Tobis), em Lisboa, a partir do projecto de construção da autoria do engenheiro francês P. Richard (1932-34, demolido) e concorre aos concursos para o Monumento ao Infante D. Henrique, em Sagres (em colaboração com Bernardino Coelho, Rui Roque Gameiro e Albuquerque Bettencourt, 1934) e do melhoramento estético da Praça do Rossio, em Lisboa (1934), ambos não executados.

Em 1933 realizou e escreveu o argumento do filme “A Canção de Lisboa", a primeira longa-metragem sonora inteiramente rodada em Portugal, com um elenco que incluía Vasco Santana, Beatriz Costa e António Silva, e se tornou a matriz das chamadas “comédias à portuguesa”.

Em 1934 integra a Comissão das Construções Prisionais, onde trabalha em parceria com Rodrigues Lima e reporta directamente a Duarte Pacheco, o então ministro das Obras Públicas e Comunicações. Para aí elabora o projecto não executado para a Colónia Penal do Tarrafal, em Cabo Verde (1935-36), o projecto-tipo para cadeias comarcãs-tipo (1936-37), os projectos de adaptação e remodelação dos edifícios existentes da Colónia Penal de Alcoentre, Azambuja (1935-44), e das Cadeias Comarcãs de Alenquer (1936), de Fornos de Algodres (1936-37), de Alijó, Vila Real, e de Celorico da Beira (1937), de Arganil (1937-42) e de Oliveira de Azeméis (1938), e ainda o projecto da Prisão-Escola / Estabelecimento Prisional Especial de Leiria (1938-1940).

Para a CP, continua a projectar vários edifícios, como os armazéns de víveres para as estações do Cacém (1935-37, ampliação 1941), do Entroncamento (1935-39) - onde actualmente está instalado o Museu Nacional Ferroviário -, e para o Terminal do Barreiro (1935-45). Destaque também para as torres de sinalização e manobra ferroviária para as estações de Ermesinde (1935-37), de Pinhal Novo, Palmela (1936-38), do Rossio (1939), ou de Campolide, em Lisboa (1940).

A título particular também projectou algumas moradias e edifícios residenciais em Lisboa, como a Casa Pinto Osório na Rua Dr. António Cândido n.ºs 3-5 (1935-36), a Casa Valadas Fernandes, na Avenida do México n.ºs 3-5 (1937), o Edifício na Travessa do Abarracamento de Peniche n.º 7 / Casa dos Artistas (1939-42), a Casa Pereira Caldas na Avenida do Restelo, n.ºs 26-26A (1941-45), e o prédio de rendimento na Avenida da República, n.ºs 99 a 99D, (1946-51) cujo acompanhamento da execução da obra após a sua morte foi assegurado Carlos Ramos.

Em 1936 adere à Legião Portuguesa e compõe a música do hino da Mocidade Portuguesa. Em 1937-38 realiza três documentários de temática ferroviária: Máquinas e Maquinistas, Obras de Arte e Gente da Via. Cria algumas séries de selos postais como As Colónias Portuguesas (1936), Castelos Portugueses (1942), Grande Exposição Industrial Portuguesa (1947) e Exposição de Obras Públicas, Congressos de Engenharia e Arquitetura (1948).

De 1938 a 1940 integra a Comissão Organizadora das Comemorações dos Centenários, em parceria com Paulino Montez, Porfírio Pardal Monteiro e Raul Lino. Neste período e depois em 1942 foi director da revista oficial do Sindicato Nacional dos Arquitetos e é colunista de crítica de arte no jornal Acção (1941-42).

Em 1939 é nomeado arquitecto-chefe da Exposição do Mundo Português (1940), sendo coautor do plano geral da exposição, com Paulo Cunha e António Lino e autor dos seguintes projectos: Pavilhão dos Portugueses no Mundo (demolido em 1956), Padrão dos Descobrimentos, com a colaboração do escultor Leopoldo de Almeida (demolido em 1943 e reconstruído definitivamente em 1960, contrariamente à sua vontade, por ocasião das Comemorações do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique), Jardim da Praça do Império e da Fonte Luminosa (adaptação do projecto de Vasco Lacerda Marques), Porta da Fundação (segunda versão — demolido), Pavilhão dos Caminhos-de-Ferro e Portos (1940), com a colaboração de Paulo Cunha (demolido) e complementos diversos para a exposição (ogivas da Secção Histórica, baixos-relevos, elementos de iluminação, etc.).

Em vários projectos no âmbito da arquitectura na Exposição do Mundo Português, trabalha com: Cassiano Branco (largo fronteiro à entrada da Secção Colonial), Keil do Amaral (Parque de Atracções), Raul Lino e Jorge Segurado (núcleos das Aldeias Portuguesas), Cristino da Silva (Pavilhão de Honra e de Lisboa), Porfírio Pardal Monteiro (Pavilhão dos Descobrimentos), Carlos Ramos (Pavilhão da Colonização), Veloso Reis Camelo e João Simões (conjunto de pavilhões da Etnografia Metropolitana), António Lino (Parque Infantil e Jardim dos Poetas Líricos e Secção de Etnografia), Paulo Cunha (Teatro ao Ar Livre), Vasco Lacerda Marques (Porta da Restauração), Rodrigues Lima (Pavilhão da Fundação, Pavilhão da Formação e Conquista, Pavilhão da Independência), Gonçalo de Mello Breyner e Vasco Palmeiro Regaleira (Secção de Etnografia), Adelino Nunes (Pavilhão dos Correios e Telecomunicações); no âmbito da produção da Exposição do Mundo Português conta com a colaboração de uma equipa multidisciplinar constituída por: Gustavo de Matos Sequeira, Afonso Dornelas, Júlio Caiola, Norberto de Araújo, Pastor Macedo, Leitão de Barros, Fontoura da Costa, Quirino da Fonseca, Henrique Galvão.

Pelo êxito alcançado e pelo talento demonstrado, Cottinelli foi encarregado, nos anos imediatos, de um conjunto de outras intervenções emblemáticas: é nomeado Arquitecto-chefe da Comissão Administrativa do Plano de Obras da Cidade Universitária de Coimbra (1941-1948) (sendo substituído, após a sua morte, por Cristino da Silva), onde trabalha com Maximino Correia e ainda com Baltazar de Castro, que assistia à comissão enquanto arquitecto especializado em obras em monumentos nacionais, representando a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais; e é autor do anteplano de Urbanização de Fátima, Ourém (1943), parcialmente construído a partir de 1948.

Entre 1941 e 1945, integra a Comissão Administrativa do Plano de Obras da Praça do Império e da Zona Marginal de Belém, o plano que ia transformar Belém numa área dedicada ao património, à cultura e ao lazer, onde trabalha em colaboração com Sá e Melo, com quem já havia trabalhado no Comissariado da Exposição do Mundo Português (comissário-adjunto) e na Comissão Administrativa do Plano de Obras da Cidade Universitária de Coimbra, e ainda com os jovens arquitetos Lucínio Cruz, Bernardim Fabião, Alberto José Pessoa, João Castilho e Edgar Duarte de Almeida (os mesmo que trabalham na Comissão Administrativa do Plano de Obras da Cidade Universitária de Coimbra).

Projecta mais algumas casas, em Oeiras, a Casa Zacarias Santana, na Avenida Miguel Bombarda (1941-42), em Cascais, a Casa de São Silvestre, na Avenida de Sabóia (1942), o “Casinhoto”, uma casa para a família em Sintra (1943-48) ou a casa do reitor da Universidade de Coimbra (1944).

Entre os projectos de desenho urbano destacam-se a Esplanada Dr. António da Silva Martins, em Abrantes (1941-42, demolida), a escadaria monumental para a Cidade Universitária de Coimbra (1943-50), o Plano Director de Urbanização de um bairro para sessenta casas desmontáveis (100 habitações) e projectos de casas-tipo, em Coimbra (1945) ou o jardim e monumento à memória do bispo D. Manuel de Portugal, em Lamego, em colaboração com Francisco Franco (1946-1948).

Entre os projectos que continua a elaborar para a CP, realizam-se o cais coberto para a Estação de Santa Apolónia, em Lisboa (1943) e os armazéns de víveres da Estação de Campanhã, no Porto (1943-45) e da Estação de Alfarelos, Soure (1945-47).

Realiza também projectos de instalações industriais para a Electro-Arco Lda. em Lisboa, Amadora e Lourenço Marques (Maputo) (1943), da Standard Elétrica, na Avenida da Índia em Lisboa (1944-48) e da Fábrica Barros Ld.ª na Avenida Infante D. Henrique em Lisboa (1947-52) sendo o acompanhamento da execução da obra assegurado por Veloso Reis Camelo a partir de 1948.

Em 1941 é nomeado, por Raul Lino, para vogal da Academia Nacional de Belas-Artes. Em 1941 é eleito Secretário da Direcção do Sindicato Nacional dos Arquitectos, sendo eleito presidente do mesmo em 1945, cargo que ocupa até Março de 1948, quando é derrotado pela lista encabeçada por Keil do Amaral (que é impedido de tomar posse do cargo por motivos de ordem política).

Assume a residência da Comissão Executiva do I Congresso Nacional de Arquitectura em 1947, assegurando a realização do primeiro Congresso desta classe profissional de 28 de Maio a 4 de Junho de 1948. Esta foi a sua última intervenção pública, antes do dramático acidente de pesca que o vitimou em 18 de Setembro de 1948.

Em 1961 é-lhe atribuída, a título póstumo, a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa, pela Câmara Municipal de Lisboa.


Ante-projecto da Standard Eléctrica (1944)

Informações sobre os documentários aqui.
Mapa de localização do local onde decorrerá a sessão aqui.

Apoio:
Museu Nacional Ferroviário, Entroncamento

PROGRAMA:

9 de Fevereiro, 19h00
Carruagem auditório, Museu Nacional Ferroviário, Entroncamento
COTTINELLI TELMO
Uma Vida Interrompida

(2013, António-Pedro Vasconcelos e Leandro Ferreira, 58')

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PROJECTAR #50

A quinquagésima sessão da actividade PROJECTAR - meia centena de sessões - convida-nos a conhecer a multifacetada vida do arquitecto Cottinelli Telmo, e será acolhida num cenário muito especial: uma carruagem auditório do Museu Nacional Ferroviário do Entroncamento - instalado num edifício originalmente concebido por este arquitecto -, no próximo dia 9 de Fevereiro, pelas 19h00.



Exibido pela RTP em 31 de Janeiro de 2015, como um episódio da série Memórias do Século XX:
Documentário biográfico sobre o arquitecto e cineasta José Cottinelli Telmo (1897-1948), um dos pioneiros do modernismo em Portugal. Depoimentos diversos de familiares, amigos e especialistas na sua obra, intercalados com imagens de arquivo e de "A Canção de Lisboa", o filme que lhe trouxe notoriedade como realizador.
Cottinelli Telmo nasceu em Lisboa em 1897. É um dos nomes mais destacados da primeira geração da arquitetura modernista portuguesa, que emerge no contexto tradicionalista da época, os anos 1925-35, e que acompanha a ascensão de um novo gosto europeu moderno. Exemplo disso na sua obra é a Estação dos Caminhos de Ferro Sul Sueste. Personagem multifacetado, Cottinelli Telmo foi bailarino, dedicou-se à composição musical desde muito novo dedicou-se também à ilustração e acabou por criar um dos primeiros heróis portugueses dos cómicos infantis, o "Pirilau Que Vendia Balões", que depressa conheceu fama e fez história. Mas foi sobretudo o cinema que veio a imortalizar Cottinelli Telmo, como realizador e argumentista do primeiro filme sonoro inteiramente feito em Portugal, "A Canção de Lisboa", em 1933. O filme foi um enorme êxito e tornou-se o modelo de comédia para o cinema português das décadas seguintes. Como corolário da sua relação com o regime, encarnada em António Ferro e Duarte Pacheco, Cottinelli Telmo é convidado para ser o Arquiteto-Chefe da Exposição do Mundo Português, de 1940, onde tem a oportunidade de adaptar os modelos e os fundamentos modernistas europeus à realidade portuguesa. No auge da sua carreira, projeta a Standart Eléctrica, mas pouco depois da sua construção é precocemente apanhado pela morte num estúpido acidente de pesca. E assim, morre prematuramente com 50 anos de idade, em 1948, ficando-se com a sensação de que o melhor da sua obra ainda estaria para acontecer.



Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação da carruagem auditório do Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Museu Nacional Ferroviário, Entroncamento

PROGRAMA:

9 de Fevereiro, 19h00
Carruagem auditório, Museu Nacional Ferroviário, Entroncamento
COTTINELLI TELMO
Uma Vida Interrompida

(2013, António-Pedro Vasconcelos e Leandro Ferreira, 58')

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

PROJECTAR NO ENTRONCAMENTO

O Entroncamento vai acolher uma sessão muito especial da actividade PROJECTAR: especial por ser a 50.ª - um número redondo -, especial por ligar o tema do documentário ao local onde vai decorrer, sobre o arquitecto Cottinelli Telmo no Museu Nacional Ferroviário que está instalado em edifício originalmente concebido por ele, e especial por, em parceria com o Museu, decorrer no interior de uma carruagem auditório.
Ingredientes para torná-la uma sessão muito especial, sem dúvida, no próximo dia 9 de Fevereiro, pelas 19h00.




Mais informações em breve.

domingo, 18 de setembro de 2016

(A)RISCAR O PATRIMÓNIO NO ENTRONCAMENTO


(a)Riscar o Património/Heritage Sketching é uma iniciativa da DGPC – Direção-Geral do Património Cultural, com apoio dos Urban Sketchers Portugal, integrada nas Jornadas Europeias do Património, que decorrem todos os anos em todo o país, durante o mês de Setembro.
A edição de 2016, decorrerá no dia 24 de Setembro tendo como tema «Comunidades e Culturas». Será constituída por encontros de desenho em simultâneo nas cidades de Viana do Castelo, Porto, Coimbra, Entroncamento, Torres Vedras, Lisboa, Castelo Branco, Évora, no Algarve, Madeira e ilhas de São Miguel e Terceira, nos Açores.
Cada cidade escolherá a/as comunidades a homenagear.

Tendo em conta o tema desta 3.ª edição do (a)Riscar o Património, “Comunidades e Culturas”, a escolha do grupo de sketchers da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos recaiu sobre a Comunidade Ferroviária do Entroncamento.
Serve de mote para o desenho o pessoal ferroviário que trabalha neste ambiente, os bairros operários e obras do arquitecto Cottinelli Telmo.

PROGRAMA:

10h00 – O local de encontro será a estação do Entroncamento (ideal para quem vier de fora e opte pelo comboio).
10H30 - Museu Nacional Ferroviário | Apresentação “Os Bairros ferroviários do Entroncamento” | Infraestruturas de Portugal
10H50 – Saída para visita aos bairros e à Escola Camões
13h00 – Almoço oferecido pela Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos.
18h00 – Visita ao Museu seguida de encontro final para troca de experiências e desenhos.

Anfitrião: Ricardo Cabrita

Organização:
DGPC – Direção-Geral do Património Cultural
Urban Sketchers Portugal
Organização local:
Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos
Apoios:
Município do Entroncamento
Museu Nacional Ferroviário

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

PROJECTAR #37


No próximo dia 21 de Janeiro, pelas 19h00, realiza-se a trigésima sétima sessão da actividade PROJECTAR, de regresso ao Estúdio 121 no Entroncamento, para mais uma sessão dupla de documentários de arquitectura, ambos da série Architectures, desta vez sobre estações ferroviárias.

O primeiro, realizado por Richard Copans em 1999, é dedicado à Gare Saint-Pancras, em Londres, construída em meados do século XIX com projectos do engenheiro William Barlow e do arquitecto Sir George Gilbert Scott.
Em Londres, no século XIX, a Midland Company manda construir a gare de Saint-Pancras, composta por uma nave em ferro (a mais alta à época) e por um hotel de luxo.
Quando a Midland Company adquire o direito de construir uma gare em 1863, ela confia o estaleiro a um dos mais brilhantes engenheiros, William Barlow. Ele torna a nave que abrigará os cais na mais alta da época e realiza uma façanha com esta estrutura de vão único de 73 metros, sem vigas nem pilares. Mas uma vez que uma estação era também um hotel para os viajantes, a construção do hotel é confiada ao arquitecto Sir George Gilbert Scott: o Midland Grand será o maior e o mais luxuoso hotel da capital...

in: http://boutique.arte.tv/f5370-architectures_gare_saint_pancras



O segundo, realizado por Catherine Adda em 1998, debruça-se sobre a estação Satolas-TGV, projectada pelo arquitecto espanhol Santiago Calatrava.
Em 1994, a região Rhône-Alpes lança um concurso internacional para a concepção de uma nova estação TGV. "Monumento" à glória do TGV, a estação situa-se em plena planície lionesa. Maquetes e imagens de síntese dissecam o projecto construtivo.
O programa é complexo dado que tem três clientes distintos, cada qual com seus constrangimentos particulares. O Conselho Regional pretende um monumento que seja um símbolo da região, a SNCF uma estação que celebre o TGV, comboio dos tempos modernos, e a Câmara do Comércio e Indústria de Lyon quer acima de tudo que a nova estação não oculte o aeroporto, com o o qual ela deverá estar ligada. Sem contar com o quarto mosqueteiro, o premiado arquitecto Santiago Calatrava, que satisfazendo em tudo o programa requerido, vai permitir-se aí exprimir o seu próprio temperamento. Este singular arquitecto, apaixonado pelo movimento e cuja dupla formação (Belas Artes em Espanha e Politécnico em Zurique), lhe permite esticar ao máximo as forças postas em jogo na estação. No final, a arquitectura amplifica a estrutura e sublima o movimento: o átrio da estação assemelha-se a um gigantesco pássaro prestes a levantar vôo, e os cais da estação são como acenos de honra de homens que saúdam a passagem dos TGV que atravessam a estação a 300 Km/h no espaço de alguns segundos.

in: http://boutique.arte.tv/f367-architecturessatolastgv




Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação do Estúdio 121, no Entroncamento, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Município do Entroncamento

PROGRAMA:

21 de Janeiro, 19h00
Estúdio 121, Entroncamento
La Gare Saint Pancras
WILLIAM BARLOW + GEORGE GILBERT SCOTT

(1999, Richard Copans, 25')
Satolas-TGV
SANTIAGO CALATRAVA

(1998, Catherine Adda, 28')

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

PROJECTAR NO ENTRONCAMENTO

Regresso ao Estúdio 121, no Entroncamento, para mais uma sessão da actividade PROJECTAR, no próximo dia 21 de Janeiro pelas 19h00 para a exibição de dois documentários sobre arquitectura, desta vez sobre estações ferroviárias: a Gare St. Pancras, em Londres, de W.H. Barlow e George Gilbert Scott e Satolas TGV, em Lyon, de Santiago Calatrava.



Mais informações em breve.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

PROJECTAR COM PETER ZUMTHOR


PETER ZUMTHOR, distinguido com o Prémio Pritzker de Arquitectura em 2009, é o arquitecto a que será dedicada a próxima sessão PROJECTAR, a vigésima sexta, que terá lugar de novo no ENTRONCAMENTO, no Estúdio 121, na próxima quinta-feira, dia 20 de Novembro, pelas 19h00.

Peter Zumthor nasceu a 26 de Abril de 1943, filho de um marceneiro, Oscar Zumthor, em Basileia, na Suiça. Aprendeu e exerceu esse ofício de 1958 a 1962. De 1963 a 1967 estudou na Kunstgewerbeschule, Vorkurs and Fachklasse, que complementou com estudos de design no Pratt Institute em Nova Iorque.

Em 1967, foi contratado pelo Cantão de Graubünden (Suiça) para o Departamento para a Conservação de Monumentos, como consultor de construção e planeamento e analista arquitectónico de povoações históricas, em complemento com a realização de alguns restauros. Estabeleceu-se por conta própria em 1979 em Haldenstein, Suiça, onde ainda exerce a sua actividade com uma pequena equipa de quinze elementos. Zumthor é casado com Annalisa Zumthor-Cuorad. Têm três filhos, todos adultos, Anna Katharina, Peter Conradin, e Jon Paulin, e dois netos.

Desde 1996, é professor na Academia de Arquitectura da Universitá della Svizzera Italiana, em Mendrisio. Foi professor convidado na University of Southern California Institute of Architecture and SCI-ARC em Los Angeles em 1988; na Technische Universität, Munique em 1989; e na Graduate School of Design, Harvard University em 1999.

Os muitos prémios com que já foi distinguido incluem o Praemium Imperiale da Associação de Arte do Japão em 2008, o Carlsberg Architecture Prize na Dinamarca em 1998, o Prémio Mies van der Rohe para a Arquitectura Europeia em 1999. Em 2006 recebeu a Thomas Jefferson Foundation Medal in Architecture da University of Virginia. A American Academy of Arts and Letters otorgou-lhe o Arnold W. Brunner Memorial Prize in Architecture em 2008.

No recente livro publicado pela Barrons Educational Series, Inc. intitulado Architectura, Elements of Architectural Style, com o distinto historiador de arquitectura australiano, Professor Miles Lewis, como editor geral, o edifício das Termas de Vals, de Zumthor, é descrito como "um soberbo exemplo do detalhe simples usado para criar espaços de forte atmosfera. O projecto põe em contraste a frieza das paredes em pedra cinzenta com o calor dos corrimãos em bronze, e a luz e a água são empregues para esculpir os espaços. As juntas horizontais da alvenaria de pedra mimetizam as linhas horizontais da água, e há uma alteração subtil da textura da pedra na linha de superfície da água. Luz zenital a entrar por estreitas frestas no tecto criam uma linha de luz cujo dramatismo acentua a fluidez da água. Todos os pormenores do edifício reforçam assim a importância do banho a vários níveis."

No livro intitulado Thinking Architecture, originalmente publicado por Birkhauser em 1998, Zumthor estabelece por palavras suas uma filosofia da arquitectura. Eis um exemplo das suas reflexões: "Acredito que a arquitectura actual deve reflectir sobre o labor e possibilidades que lhe são intrínsecos. A arquitectura não é um meio ou um símbolo para coisas que não pertencem à sua essência. Numa sociedade que celebra o supérfluo, a arquitectura pode oferecer resistência, contrariar o desperdício de formas e significados, e falar a sua própria linguagem. Eu acredito que a linguagem da arquitectura não é uma questão de um estilo específico. Qualquer edifício é construído para um uso específico num sítio específico para uma sociedade específica. Os meus edifícios tentam dar resposta às questões que emergem destes simples factos tão rigorosa e criticamente quanto possam."

in http://www.pritzkerprize.com/2009/bio


Informações sobre o documentário aqui.
Mapa de localização do local onde decorrerá a sessão aqui.

Apoio:
Município do Entroncamento

PROGRAMA:

20 de Novembro, 19h00
Estúdio 121, Entroncamento
PETER ZUMTHOR, A Obstinação do Belo
(2000, Ursula Böhm, 58')

Em Dezembro não há sessão.
Continuamos em Janeiro.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

PROJECTAR #26



A vigésima-sexta sessão PROJECTAR será dedicada ao arquitecto suiço Peter Zumthor e vai realizar-se no próximo dia 20 de Novembro, pelas 19h00, no Estúdio 121, no Entroncamento.

Datado de 2000, o documentário, realizado por Ursula Böhm, intitula-se PETER ZUMTHOR, A Obstinação do Belo.

Diz-se sobre o arquitecto Peter Zumthor (nascido em 1943 em Basileia), que é difícil, teimoso e inflexível, mesmo obstinado, um solitário. Bem diferente é a sua arquitectura: a clareza sóbria do fazer-artesanal, um estilo minimalista que cedo lhe valeu uma ampla visibilidade e também uma série de prémios de prestígio.

O próprio Zumthor caracteriza o seu entendimento da arquitectura com a afirmação: "Se a construção, função e beleza coincidem num todo a que nada há a acrescentar e que uma pessoa já não pode separar, então como num edifício, temos uma casa ou a qualidade de uma ferramenta, de modo que é, portanto, uma coisa cuja forma nós tomamos por garantida".

Em 13 de Abril de 2009 Peter Zumthor, foi distinguido com o Prêmio Pritzker, prestigiado prémio para a arquitetura. A entrega do prémio teve lugar em Buenos Aires em 29 de Maio de 2009.

Ursula Böhm acompanhou o arquitecto estrela suíço em vários dos seus estaleiros de obras, desde Vals com as impressionantes Termas de Pedra, passando por Hanover e o pavilhão para a Expo 2000, e por Berlim, onde o ambicioso projecto "Topografia do Terror" deverá surgir e, finalmente, pelo do novo edifício do Museu Diocesano, em Colónia.



Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre e limitadas à lotação da sala do Estúdio 121, no Entroncamento, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Município do Entroncamento

PROGRAMA:

20 de Novembro, 19h00
Estúdio 121, Entroncamento
PETER ZUMTHOR, A Obstinação do Belo
(2000, Ursula Böhm, 58')

Em Dezembro não há sessão.
Continuamos em Janeiro.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

PROJECTAR NO ENTRONCAMENTO

De regresso à estrada para nova itinerância da actividade PROJECTAR pelos concelhos da nossa região, a primeira etapa desta nova volta será no Entroncamento, onde estaremos no Estúdio 121, no dia 20 de Novembro pelas 19h00 para a exibição do documentário PETER ZUMTHOR, A Obstinação do Belo.



Mais informações em breve.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

UM ANO A PROJECTAR

Faz hoje, dia 31 de Maio, um ano que se realizou a primeira sessão PROJECTAR, actividade promovida pela Delegação de Abrantes da Ordem dos Arquitectos, na qual têm sido exibidos documentários de Arquitectura, uma vez por mês, primeiro na sede da Delegação em Abrantes, depois em itinerância, tendo já passado pelo Sardoal, Entroncamento, Tomar, Vila de Rei, Chamusca e Mação.

Com o objectivo de enriquecer a cultura arquitectónica na nossa região, através da divulgação da vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, pretende-se chegar a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, assim como aos arquitectos da região.

Sempre de entrada livre, apenas limitadas à lotação das salas que têm acolhido as sessões, por aqui já passaram as obras dos arquitectos portugueses Teotónio Pereira, Gonçalo Byrne ou Álvaro Siza, marcos da arquitectura do século XX como Frank Lloyd Wright, Antoni Gaudi,  Le Corbusier, Óscar Niemeyer ou Alvar Aalto, e contemporâneos como Rem Koolhaas ou Frank Gehry.

Contando com o apoio imprescindível dos Municípios que têm acolhido estas sessões, assim como do Cineclube de Tomar, a regularidade da actividade foi apenas interrompida em Agosto e Dezembro, devido às férias de Verão e à época natalícia.

Na primeira sessão, realizada há precisamente um ano, foram exibidos os documentários da série ARCHITECTURES, dedicados ao Edifício Johnson, de Frank Lloyd Wright, à Villa dall'Ava, de Rem Koolhaas, e à Casa Milá, de Antoni Gaudi, realizados por Frédéric Compain e Richard Copans (versões narradas em inglês com legendas em português).

Podem aqui ser (re)vistos nas versões disponibilizadas no Youtube:





sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

PROJECTAR


Para esta sétima sessão Projectar, que vai realizar-se no Entroncamento, estava inicialmente prevista a exibição do filme de Sidney Pollack "Esboços de Frank Gehry" (Sketches of Frank Gehry, EUA, 2005) mas, dado o falecimento do arquitecto Oscar Niemeyer no passado dia 5 de Dezembro, este filme será substituído pelo documentário OSCAR NIEMEYER - A Vida é Um Sopro (Brasil, 2006), como forma que esta Delegação da Ordem dos Arquitectos encontrou de prestar uma singela homenagem a esse grande vulto da Arquitectura Mundial.


«É possível contar a história de um povo através da sua arquitectura? Dizem que o  aspecto mais importante da aparência dos edifícios está no que vislumbramos a respeito das sociedades que os construíram. Seguindo este raciocínio, podemos afirmar que a arquitectura de Oscar Niemeyer e de outros arquitectos da sua geração é, com certeza, o que de melhor o Brasil produziu. Uma arquitectura com alma própria, inspirada na geografia do Brasil, que acabaria por influenciar arquitectos no mundo inteiro.»

«OSCAR NIEMEYER - A Vida é Um Sopro é um filme que, sem pretender ser inovador ou genial como o personagem que lhe serve de tema, procura pautar-se na clareza das suas linhas e na poética das suas formas, para (re)construir a história do maior ícone da Arquitectura Moderna Brasileira. Uma história indissociavelmente ligada às transformações do país neste último século. No documentário, de 90 minutos, o arquitecto conta de forma descontraída como concebeu os seus principais projectos. Mostra como revolucionou a Arquitectura Moderna, com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de utilização do concreto armado. Fala também sobre a sua vida, o seu ideal de uma sociedade mais justa e de questões metafísicas como a insignificância do Homem diante do Universo.»



Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se em primeiro lugar aos arquitectos da região, mas são abertas a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre e limitadas à lotação da sala, que no edifício da Junta de Freguesia de S. João Baptista, no Entroncamento, está disponível para o efeito.

Apoio:
Município do Entroncamento
Freguesia de S. João Baptista

PROGRAMA:

24 de Janeiro, 21h30
Edifício da Junta de Freguesia de S. João Baptista, Entroncamento
OSCAR NIEMEYER - A Vida é Um Sopro (2006, Fabiano Maciel, 90')

21 de Fevereiro, 19h00
Cine-Teatro Paraíso, Tomar
Esboços de Frank Gehry (2005, Sidney Pollack, 83')

Estas sessões obtiveram a validação de 1 crédito cada no âmbito da formação obrigatória em temáticas opcionais dos estágios de ingresso na O.A.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

CONTACTOS COM OS MUNICÍPIOS

Depois de uma primeira reunião com o presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Jaime Ramos, em 22 de Junho, a Delegação de Abrantes da Ordem dos Arquitectos realizou no passado dia 25 de Julho mais uma ronda de contactos com os municípios da sua área de actuação.
No Sardoal reuniu com o vice-presidente Miguel Borges e o arquitecto da autarquia Renato Bexiga.
Seguiu-se Vila de Rei, onde foi recebido pelo vereador Paulo César e pelo engenheiro Luis Cardiga.
Terminou esta ronda em Mação, onde reuniu com o vice-presidente Vasco Estrela e com o adjunto da presidência Jorge Carrilho.
Estes encontros pretendem dar a conhecer esta estrutura descentralizada da Ordem dos Arquitectos junto destes interlocutores privilegiados e oferecer os préstimos da Delegação e da Ordem aos Municípios, bem como apresentar as actividades já desenvolvidas, enquanto ainda Núcleo do Médio Tejo e já como Delegação, bem como estabelecer pontes para futuras colaborações e parcerias.

Deixamos aqui um pequeno registo destas visitas: