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terça-feira, 14 de abril de 2020

ARQUITECTURA AO CENTRO #218



CAPELA DA NOSSA SENHORA DE GUADALUPE
IDANHA-A-NOVA, PENHA GARCIA

Mário Benjamim
MB Arquitectos
2015-2017

CONCEITO
A edificação localiza-se na freguesia de Penha Garcia, município de Idanha-a-Nova num prédio rustico doado pelo Padre João Pires de Campos ao município de Idanha-a-Nova com a intenção de erigir neste local, “uma pequena capela sob a invocação de Santa Maria da Guadalupe com logradouro, adequado ao culto” e com uma ligação visual a Penha Garcia e ao usufruto da sua população.
Propõe-se assim que o conjunto edificado constitua um elemento de referência na paisagem e com uma forte relação visual com a aldeia de Penha Garcia situada num ponto mais elevado.
O terreno de implantação, com uma altimetria variável obriga à criação de um “plateau” (que designamos por promontório) horizontal sobre a qual é construída a Capela. O acesso ao promontório será efetuado pelo caminho público a poente e por um caminho pedonal que incute um percurso de aproximação ao conjunto e irrompe diretamente na plataforma horizontal.
A capela, implantada no centro do promontório, configura-se numa planta retangular orientada no eixo sudoeste-nordeste com uma capacidade para 40 lugares sentados. O desenho contemporâneo estiliza alguns cânones clássicos da arquitetura: proporção, volumetria e simetria. Introduz referências ao culto mariano e à Nossa Sr.ª de Guadalupe nas grades de proteção e insere referências construtivas da região (muros em aparelho de pedra quartzítica).
Com uma intenção clara de ser um projeto referenciador para o local, a linguagem construtiva incorpora elementos identificáveis à sua utilização e que fazem parte da identificação de um espaço religioso e de oração: Torre sineira, cruz inclinada no plano da cobertura, alpendre coberto e porta de entrada em madeira maciça.
O polígono que compõe a Capela é subdividido por um alpendre, com a função de resguardo, proteção e transição ao interior da capela, no qual se localiza um banco.
O interior possui um eixo marcado pelo negativo da cruz no plano do teto e posição do mobiliário, convergindo para o altar que tem como pano de fundo uma representação de uma imagem da Nossa Sr.ª da Guadalupe trabalhada em ferro forjado. As paredes laterais são constituídas por grandes planos de vidro que estabelecem uma ampla relação com o exterior. Esta relação com o exterior é, no entanto, controlada tanto por portadas de correr em madeira com função de sombreamento como por um gradeamento em ferro forjado, com função de proteção em cujo desenho serão inseridos motivos religiosos.

site: mb-arquitectos.pt

ver mais sobre o projecto:
anteprojectos.com.pt
archilovers.com
wplbconsult.pt

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

ARQUITECTURA AO CENTRO #181



EDIFÍCIO POLIVALENTE DO CNE
IDANHA-A-NOVA, CNAE-CENTRO DE ACTIVIDADES ESCUTISTAS

Pedro Ferreira e Helena Vieira
Plano Humano Arquitectos
2019







site: planohumanoarquitectos.com

ver mais sobre o projecto:
behance.net
joaomorgado.com

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

ARQUITECTURA AO CENTRO #167



CAPELA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
IDANHA-A-NOVA, CNAE-CENTRO DE ACTIVIDADES ESCUTISTAS

Pedro Ferreira e Helena Vieira
com João Martins
Plano Humano Arquitectos
2017

Em plena região centro de Portugal, no concelho de Idanha a Nova, a construção deste edifício surgiu da vontade de ter no Centro Nacional de Atividades Escutistas (CNAE) uma capela aquando do XXIII Acampamento Nacional de Escuteiros Católicos Portugueses, que envolveu cerca de 22000 participantes, e para se juntar às demais construções definitivas que este centro escutista dispõe.
A localização escolhida é privilegiada, numa área de planalto, central no CNAE, em ambiente rural e natural, com um sistema de vistas extraordinário, que impulsionou a conceção do edifício.
A vivência espacial inicia-se com o percurso de acesso à capela, um momento de passagem gradual para o ambiente mais recolhido deste recinto, criado por uma divisória em postes de madeira tratada, suficiente para delimitar o espaço, mas propositadamente aberta, mostrando uma capela disponível para todos os que passam. A coroar a entrada, pregão da vida do povo cristão, um sino, alusivo ao Corpo Nacional de Escutas e ao XXIII Acampamento Nacional.
A inspiração para esta construção, dedicada a Nossa Senhora de Fátima, nasceu do âmago da experiência escutista: a vida ao ar livre, o acampamento, a tenda, a sobriedade e simplicidade das construções e estilo de vida. Também as extremas do edifício, de forma pontiaguda, fazem uma alusão ao lenço escutista, símbolo da promessa e compromisso neste movimento.
Pensámos a capela como uma grande tenda, de portas abertas a todos, e em todos os momentos. Um ponto de acolhimento, abrigo e encontro. A sua forma muito simples, semelhante a uma tenda canadiana, estabelece-se em duas águas, que se moldam à utilização dos seus visitantes. A estrutura aproxima-se às pessoas na zona da entrada, onde o volume é mais baixo e mais estreito, mais próximo da escala humana, e alonga-se para a frente e para o alto, elevando o utilizador para algo superior, com uma paisagem deslumbrante como pano de fundo, que amplifica estas sensações. O espaço envolve, acalma, e convida-nos a contemplar a imensidão da paisagem. O contexto intimista do local alia-se ao espírito escutista e cristão de comunhão com a natureza.
A orientação Nascente / Poente da capela potencia que o nascer do sol ilumine o seu espaço interior, mas é ao pôr-do-Sol que se usufrui de uma imensidão de cores, tons e ambiências, que envolvem o olhar e legitimam também toda a composição arquitetónica.
No outono e inverno, a luz, mais crua, destaca a tranquilidade do local, e a simbiose de desadorno entre o edifício e a paisagem.
O ponto de entrada, onde o edifício se assemelha ao lenço escutista, e à forma como este assenta no pescoço, é também marcado pela presença da água, que aqui “nasce”, formalizando um início, que convida à entrada na capela e no Mistério que celebra, evocando a longa e rica simbologia bíblica e litúrgica.
A água atravessa todo o espaço da capela, num caminho que se desenvolve até ao altar – lugar central de qualquer espaço celebrativo cristão - e posteriormente para a paisagem, encaminhando o utilizador para a cruz, que fora da capela, no mesmo alinhamento, pontua a paisagem e consolida a sensação de amplitude e projeção para o Divino.
A grande cruz, implantada na paisagem, com a sua forma imponente e ao mesmo tempo delicada, que se aligeira à medida que ganha altura, testemunha e corrobora a solenidade do local.
O alinhamento destes elementos litúrgicos, dispostos segundo um caminho protegido pela forma arquitetónica, que ao abrigar projeta também o utilizador para o alto e para a paisagem, unificam os propósitos da conceção formal e conceptual do edifício.
A estrutura de madeira e zinco confere um aspeto exterior simples e protetor ao templo, e um ambiente confortável e acolhedor no interior, onde a estrutura de 12 vigas, numa alusão aos Apóstolos, foi deixada à vista, mostrando a verdade e simplicidade construtiva.
Com um comprimento total de 12m, a estrutura atinge o seu ponto mais alto aos 9m, após o Altar, onde o elevar da viga principal aumenta a profundidade do espaço e destaca este ponto sacro. Toda a estrutura é ligada ao chão através de rótulas metálicas.
Os materiais escolhidos integram o edifício na envolvente, na prática escutista, e no conceito arquitetónico. A madeira é um material muito utilizado pelos escuteiros nas suas construções. É um material natural e tradicional, que confere solidez e conforto. O zinco, material também tradicional, aqui eleito pelas suas excelentes qualidades de estanquicidade, e também pela sensação de proteção que confere.
O altar, a fonte e o caminho de percurso da água, são elementos fixos do edifício, e são constituídos em pedra, material natural e nobre.
A cátedra, o ambão, o suporte do círio, a base da imagem de Nossa Senhora de Fátima e os bancos da assembleia são móveis, feitos em madeira maciça, trabalhada de forma simples, quase tosca, depurada de acabamentos adicionais, deixando a função sobrepor-se à decoração.
A luz, importante tema na arquitetura e na expressão religiosa, foi pensada de forma a realçar a expressividade de todo o espaço, interior e exterior. Pela sua localização, em ambiente rural, e no centro da prática escutista, a iluminação artificial eleita é discreta, harmoniosamente distribuída, destacando e enquadrando o edifício com a natureza sempre que a noite cai, deixando contudo sobressair as estrelas. É uma iluminação que parte de baixo e se projeta no conjunto edificado, e na grande cruz, que valoriza as dimensões da arquitetura, conferindo-lhe também dimensões etéreas. Um único ponto de luz destaca-se da restante iluminação, e cai do alto do eixo da estrutura, no topo do altar, consagrando em reverência este elemento.
A capela está ao serviço da comunidade escutista, e permite que em celebrações para maior número de pessoas a assembleia possa ficar no exterior, ficando o celebrante virado para a paisagem, passando desta forma a capela a funcionar como um Altar.
Este é um lugar espiritual, uma existência simples, sagrada, que convida a recolher, em diálogo pessoal, em encontro com a fé, e a voltar a olhar para a frente, para um horizonte mais alto.

site: planohumanoarquitectos.com

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

ARQUITECTURA AO CENTRO #51



ARQUIVO EPIGRÁFICO
IDANHA-A-NOVA, IDANHA-A-VELHA

Alexandre Alves Costa e Sérgio Fernandez
Atelier 15
1999

A aquisição, por parte da Câmara de Idanha-a-Nova, do arruinado, mas magnífico, Lagar de Varas em Idanha-a-Velha, permitiu a elaboração de um programa, partilhado entre o IPPAR e a Autarquia, para a sua recuperação e reutilização museológica. Assim, o lagar deveria ser restaurado e o seu espaço dedicado à temática do fabrico e uso do azeite. O espaço do logradouro deveria ser utilizado para armazenamento da importante colecção de epígrafes romanas, durante anos amontoadas, sem critério, no interior da Sé.
(...)
A utilização do logradouro para arquivar as epístolas de Idanha levantou o problema de ser necessário construir uma estrutura coberta e, eventualmente, encerrável.
O espaço do logradouro é definido por muros que nada têm a ver com a estrutura da antiga cidade romana, correspondendo a uma divisão de propriedade posterior. Por isso não foi considerado de interesse desenhar uma construção que viesse a fixar aquele cadastro, que o agarrasse e sedimentasse. Daí que a proposta tenha sido a de construir um elemento claramente exterior, em forma e materiais, como se de um objecto se tratasse e que pudesse, um dia, vir a ser colocado noutro lugar.
Assim nasceu uma estrutura metálica que constitui uma espécie de túnel, apenas interrompido para ver um poço existente, ao longo do qual se armazenam e se observam as epígrafes, arrumadas em prateleiras amovíveis. Quatro pequenas arrecadações nos extremos marcam as entradas. Os belos pilares de secção quadrada que viriam a sustentar um alpendre que não se sabe se teria alguma vez existido, conservam-se na sua inutilidade puramente formal. O seu alinhamento deu razão à implantação da estrutura e do podium em lajes de granito onde aquela se pousa.
Neste arquivo está, também, prevista a instalação de dois postos CDI para utilizadores mais curiosos da arqueologia romana, ou mesmo estudiosos que queiram manusear alguma informação mais aprofundada e alargada, a partir das epígrafes expostas.

site: ---

ver mais sobre o projecto:
estudogeral.sib.uc.pt
guiasdearquitectura.com
patrimoniocultural.gov.pt
ultimasreportagens.com

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

ARQUITECTURA AO CENTRO #48



CASA CAMPOS PEREIRA
IDANHA-A-NOVA, SALVATERRA DO EXTREMO

Bernardo Campos Pereira
BFJ Arquitectos
2010

A casa foi implantada numa parte elevada do terreno, afastada das terras baixas alagadiças. A encosta e as árvores existentes orientaram os espaços e a disposição interna da casa, abrindo-a para sul e protegida dos ventos predominantes de norte.
As linhas de vista para a torre do Castelo de Penãfiel, mesmo do outro lado da fronteira com Espanha, para a o pináculo da igreja de Salvaterra do Extremo e para a paisagem envolvente providenciaram oportunidades para abertura de janelas e as vistas resultantes.
Foram projectados dois volumes:
Um volume alberga as áreas públicas mais importantes da casa, com as áreas de estar e de refeições, cozinha e uma grande lareira tradicional de algumas construções vernaculares do interior de Portugal. Outro volume comprido abriga os espaços mais íntimos, nomeadamente os quartos e maiores instalações sanitárias.
Estas áreas estão ambas interligadas de modo fluído por um átrio e entrada, que permite uma separação completa dos dois volumes ao mesmo tempo que oferece a possibilidade de uma ampla abertura para o exterior.
A casa foi construída predominantemente com materiais locais e as soluções adaptadas a requisitos e desenho correntes, nomeadamente por integrarem técnicas de iluminação natural e elementos de sombreamento na composição global, ventilação cruzada para renovação de ar para arrefecimento para os quentes meses de Verão, e aquecimento solar suplementar conseguido pela concepção das paredes e opções de envidraçados de modo a atingir um mínimo de necessidades de consumo de energia para aquecimento no Inverno.

site: bfj.pt

ver mais sobre o projecto:
architizer.com
nunolucas.net

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

ARQUITECTURA AO CENTRO #37



PALHEIROS DE SÃO DÂMASO
OFICINAS DE ARQUEOLOGIA E RESIDÊNCIA DE ESTUDANTES
IDANHA-A-NOVA, IDANHA-A-VELHA

Alexandre Alves Costa e Sérgio Fernandez
Atelier 15
1999

A necessidade de se montar uma estrutura de apoio aos trabalhos arqueológicos levou a Câmara Municipal a programar a reutilização de um grupo de palheiros situados na Rua de São Dâmaso, aparentemente implantados do lado exterior da muralha, não visível nesse local. Deveria, ainda, prever-se, para além dos espaços laboratoriais, a existência de um dormitório, uma pequena cozinha, zona de estar, instalações sanitárias e banho. O levantamento fornecido permitiu avaliar da viabilidade do programa proposto para o local.
Nesta perspectiva, foram iniciados os trabalhos de pesquisa arqueológica que vieram a determinar alterações de fundo na situação de partida, tornando o projecto muito mais complexo mas, também, muito mais rico de implicações formais e de conteúdo. De facto, o aparecimento, no interior dos palheiros, da base da muralha romana, incluindo um torreão semicircular, uma área do seu extradorso mostrando um belíssimo aparelho e, ainda, vestígios de outras construções e enterramentos, provocaram uma drástica reconsideração do projecto que se tinha afigurado de resolução muito simples.
Apesar de se considerar que a maior parte dos vestígios poderiam ser de novo encobertos, mantendo-se a área a que correspondem como área utilizável, a superfície da muralha romana que, essa sim, deveria ficar aparente, corresponde a uma importante parcela a subtrair à área total.
A ideia do projecto baseou-se na tentativa de formalizar duas intenções que, sem serem contraditórias, deveriam manter alguma autonomia. A primeira foi a de restaurar a imagem exterior dos palheiros, mantendo a sua modulação interna através das paredes transversais que os separam. A imagem global destes palheiros é uma imagem serena, com continuidade a norte e a sul, apenas com pequenas variações de escala, correspondente a um uso de infra-estrutura rural que manteve durante muitos anos e que, ainda, corresponde ao carácter dominante da aldeia. A segunda é, não só manter visível a base da muralha, como figurar no seu exterior o seu volume, a sua escala, o seu desenho. Prolongando virtualmente a muralha, até ao limite previsível da sua altura, revestida de cobre, bem distinto da pedra, dando dela como que uma imagem cenográfica, nunca confundível com um restauro que mimetizasse a sua construção primitiva. Visível por dentro, a continuidade da base da muralha vai obrigar a abrir as paredes que separaram as diversas unidades dos palheiros, permitindo a comunicação interior, sem destruir completamente a prévia sectorização dos espaços.
O programa proposto inicialmente veio a ser ligeiramente comprimido, dada a exiguidade de área disponível, apesar da ocupação, em piso, correspondente ao “interior da muralha”. Assim, no rés-do-chão, foi possível criar quatro espaços laboratoriais. A porta do extremo sul do conjunto dos palheiros, assinalada por alguns degraus que estabelecem a ligação directa entre o exterior e a cota da muralha, constitui o acesso, por escada, ao andar de cima. Este, cuja área corresponde à projecção da base da muralha e desenha exteriormente a sua volumetria, será ocupado pelo programa residencial. O pavimento deste piso tem um rasgo, com correspondência na cobertura, que permite uma entrada de luz zenital que incidirá privilegiadamente sobre a base romana, enfatizando a sua forma e a textura dos materiais que a constituem.
A cobertura será visitável pelo exterior, como remate de um passeio pedestre de visita à aldeia. Daqui se desfruta de uma interessante panorâmica sobre o Rio Ponsul e a sua ponte romana, bem como sobre um vasto território da outra margem.
Foi gratificante terem-se encontrado, posteriormente, imagens semelhantes à desejada em construções realizadas em Lugo ou Leon. Imagens que, certamente, estariam subconscientemente memorizadas e que, mais do que confirmação posterior, devem ter estado na própria origem da ideia.

site: ---

ver mais sobre o projecto:
estudogeral.sib.uc.pt
guiasdearquitectura.com
patrimoniocultural.gov.pt
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quinta-feira, 28 de abril de 2016

PROJECTAR #41


A quadragésima primeira sessão da actividade PROJECTAR será dedicada à premiada arquitecta anglo-iraquiana Zaha Hadid recentemente falecida, a ter lugar no auditório do Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, no próximo dia 12 de Maio, pelas 19h00.

O perfil traçado por Alan Yentob da falecida Zaha Hadid, originalmente exibido em 2013, três anos antes da sua recente morte. Nascida em Bagdad em 1950 e instalada em Londres, Hadid foi talvez a mais bem sucedida mulher arquitecta de sempre. Ela foi uma da mão-cheia de arquitectos superestrelas globais que alteraram o modo como as pessoas pensam o mundo através dos seus edifícios. No entanto, nem sempre foi o caso - Hadid teve a reputação de não ser construível, uma 'arquitecta do papel' cujos projectos começaram como coloridas pinturas de formas que desfiavam a gravidade a explodirem no vazio. Como fez esta extraordinária e pioneira mulher - umas vezes sedutora, teimosa, visionária e no entanto exigente - para conseguir construir o impossível? Este documentário visita os seus edifícios espalhados pelo mundo, da Áustria ao Azerbeijão, para descobrir.

in: http://www.bbc.co.uk/programmes/b037yx1l


Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação do Auditório do Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Município de Idanha-a-Nova

PROGRAMA:

12 de Maio, 19h00
Auditório do Centro Cultural Raiano, Idanha-a-Nova
ZAHA HADID
Quem ousa vence
(2013, Roger Parsons, 75')

quinta-feira, 21 de abril de 2016

PROJECTAR EM IDANHA-A-NOVA

Idanha-a-Nova é o próximo destino da itinerância da actividade PROJECTAR, com sessão marcada para o dia 12 de Maio, pelas 19h00, no auditório do Centro Cultural Raiano, dedicada à recém falecida arquitecta de origem iraquiana Zaha Hadid.





Mais informações em breve.