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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

EDUARDO SOUTO DE MOURA - CONTINUIDADE


exposição
EDUARDO SOUTO DE MOURA
CONTINUIDADE

Corredor do Cruzeiro, Convento de Cristo, Tomar
3 a 28 de Março

Resultado de uma parceria entre esta Delegação da Ordem dos Arquitectos com o Convento de Cristo e com o Centro Cultural de Belém, a exposição EDUARDO SOUTO DE MOURA - CONTINUIDADE que esteve patente ao público no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, de 21 de Junho a 18 de Setembro de 2016, vai estar patente ao público no Corredor do Cruzeiro do Convento de Cristo, em Tomar, de 3 a 28 de Março, contando-se com a presença do arquitecto Eduardo Souto de Moura na inauguração, dia 3, pelas 18h00.



Na obra de Eduardo Souto de Moura, os simbolismos e as analogias são elementos fundamentais na composição arquitectónica. De uma forma latente, no caso dos simbolismos, ou claramente assumidas, no caso das analogias, funcionam como elementos catalisadores de um desenvolvimento mental de procura de soluções que permitem consolidar e contextualizar as suas intervenções.
A uma arquitectura que procura a racionalidade na disciplina, claramente influenciada por Aldo Rossi e os seus princípios de que as preexistências, a história da arquitectura, a tradição da cidade europeia e a ideia de monumento são o ponto de partida para evolução da disciplina, contrapõe-se uma visão norte-americana inspirada em Robert Venturi, contrária à Arquitectura Moderna, defendendo uma via híbrida, onde a contradição e a ambiguidade quebram com os princípios de coerência defendidos pelo Movimento Moderno.
A utilização das regras e das ordens clássicas, como ponto de partida para a apropriação do "sitio" enquanto entidade fornecedora de referências, demonstra a inquietação do arquitecto pela maneira como as suas obras estão inseridas no território, tendo consciência de que estas funcionam como recursos de transformação do espaço envolvente e que devem ser equacionadas como tal.
A materialização das suas obras está sempre associada a uma espacialização que se apoia na composição e na medida, na procura de uma arquitectura de precisão, na busca da perfeição e na sucessiva depuração dos elementos.
A redução da obra de Eduardo Souto de Moura a uma única temática acaba por não dar resposta a um conjunto de problemáticas no campo da arquitectura, que afloram as preocupações de uma complexa realidade processual, que faz parte da sua produção arquitectónica.
O contexto, tanto regional, como local ou cultural, acaba por desempenhar um papel importante no processo mental que conduz às suas obras, muitas vezes num cruzamento de influências que permitem repensar, operativamente, o processo criativo ao longo da sua obra. O suporte expositivo pretende estabelecer uma ordem clara de leitura da obra do arquitecto Eduardo Souto de Moura, onde cada núcleo é um território disciplinar, ao mesmo tempo que dá lugar ao informe, permitindo uma promenade onde o somatório sequencial das partes resulta numa obra total.


Curadoria
António Sérgio Koch, arq.
André de França Campos, arq.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

PROJECTAR #45


A quadragésima quinta sessão da actividade PROJECTAR convida-nos a conhecer um pouco melhor os primeiros anos das obras dos arquitectos Eduardo Souto de Moura e João Luís Carrilho da Graça, ainda antes de ambos terem sido distinguidos com o Prémio Pessoa (em 1998 e 2008, respectivamente), e terá lugar na casa da Cultura de Oleiros no próximo dia 15 de Setembro, pelas 19h00.

Ambos da série Magazine de Arquitectura e Decoração com autoria de Isabel Colaço e Manuel Graça Dias e realizados por Edgar Feldman em 1993, o primeiro documentário a exibir será dedicado ao arquitecto Eduardo Souto de Moura:
Programa sobre o arquitecto Eduardo Souto de Moura, entrevistado no seu atelier pelo arquitecto Manuel Graça Dias. Resumo biográfico e percurso profissional, sendo destacadas as suas obras mais importantes, nomeadamente a Casa das Artes no Porto.

in: http://www.rtp.pt/arquivo/index.php?article=1581&tm=22&visual=4


João Luís Carrilho da Graça será o arquitecto em foco no segundo documentário:
Programa dedicado à obra do arquitecto Carrilho da Graça, com breve biografia focando a sua carreira académica e profissional. Depoimento do próprio sobre as suas obras mais importantes, no domínio da intervenção urbana mas também na recuperação do património.

in: http://www.rtp.pt/arquivo/index.php?article=1583&tm=22&visual=4


Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação da Casa da Cultura de Oleiros, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Município de Oleiros

PROGRAMA:

15 de Setembro, 19h00
Casa da Cultura de Oleiros
SOUTO DE MOURA
(1993, Edgar Feldman, 25')
João Luis CARRILHO DA GRAÇA
(1993, Edgar Feldman, 24')

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

PROJECTAR EM OLEIROS

Antes de terminar o Verão, retomamos a actividade PROJECTAR na vila de Oleiros no próximo dia 15 de Setembro com mais uma sessão dupla, desta vez dedicada aos dois arquitectos que foram distinguidos com o Prémio Pessoa, Eduardo Souto de Moura (em 1998) e João Luís Carrilho da Graça (em 2008), e que terá lugar na Casa da Cultura de Oleiros, pelas 19h00.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

LUGARES DE CULTO - INAUGURAÇÃO



Inauguração da exposição LUGARES DE CULTO, Fotografias de Arquitectura de Rui Morais de Sousa, em Mação no dia 13 de Fevereiro, com captação de imagem e edição de Joaquim Diogo, a quem se deve também o patrocínio principal desta exposição.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

LUGARES DE CULTO


LUGARES DE CULTO
FOTOGRAFIAS DE ARQUITECTURA DE RUI MORAIS DE SOUSA
13 de Fevereiro a 5 de Março
Galeria de Exposições do Centro Cultural Elvino Pereira, Mação

Exposição itinerante de fotografias de arquitectura, enquanto Lugares de Culto ou Culto dos Lugares, composta por dezasseis ampliações em grande formato de fotografias de obras de Álvaro Siza, Carrilho da Graça, Manuel Taínha, Fernando Távora, Gonçalo Byrne, Raul Lino, Eduardo Souto Moura e Vittorio Gregotti e Manuel Salgado.

Um pequeno núcleo da exposição é dedicada ao trabalho do arquitecto Duarte Castel-Branco em Abrantes.

Rui Morais de Sousa nasceu em Silva Porto, Angola, em 1955. Iniciou a sua actividade como fotógrafo profissional no Instituto de História de Arte (Kunsthistorishes Institut) da Universidade de Heidelberg, Alemanha. Regressado a Portugal em 1990, paralelamente à actividade de estúdio e publicidade, opta por se especializar na área da fotografia de arquitectura. Trabalhos publicados em Portugal e no estrangeiro em inúmeros livros e revistas da especialidade. Álvaro Siza e Mies van der Rohe são alguns dos nomes cuja obra se encontra extensamente documentada. Sócio-fundador da White & Blue em Novembro de 2000.

Inaugurada pela primeira vez em 19 de Outubro de 2007 na Galeria Municipal de Arte de Abrantes, onde esteve até 16 de Novembro do mesmo ano, esteve depois na Casa dos Cubos, em Tomar, de 20 de Março a 13 de Abril de 2008, e de 13 a 28 de Junho de 2009 no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha. Em Outubro de 2009, a pedido da Delegação do Algarve da Ordem dos Arquitectos, esta exposição esteve patente ao público na Galeria Municipal ARCO, em Faro, de 5 de Outubro a 5 de Novembro. Voltou a Abrantes de 21 de Abril a 6 de Maio de 2012, no Parque de São Lourenço.

A exposição foi realizada com patrocínio da Foto Diogo, Mação.

domingo, 16 de março de 2014

PROJECTAR COM ÁLVARO SIZA


A segunda parte da próxima sessão - dupla - PROJECTAR, pelas 19h00 de dia 20 de Março, na Biblioteca Municipal de GAVIÃO, será dedicada ao arquitecto ÁLVARO SIZA, que pela segunda vez é alvo de atenção desta actividade.

Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira nasceu a 25 de Junho de 1933 em Matosinhos, filho de Júlio Siza Vieira e de Cacilda Ermelinda Camacho Carneiro.

Estudou arquitectura na Escola Superior de Belas Artes do Porto entre 1949 e 1955, construindo a sua primeira obra em 1954, antes de ter concluído o curso. Ensinou nesta escola entre 1966 e 1969, e regressou em 1976 como professor assistente de "Construção", passando para a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, quando esta se autonomizou daquela, onde deu a sua última aula em Outubro de 2003.

Foi colaborador de Fernando Távora entre 1955 e 1958, de quem havia sido aluno. Mais recentemente tem colaborado com os arquitectos Eduardo Souto Moura, entre outros para os projectos do Pavilhão de Portugal na Expo 2000 em Hannover e para o Pavilhão da Serpentine Gallery em 2005, e Carlos Castanheira em vários projectos para a Coreia do Sul desde 2005.

Entre as suas primeiras obras, que cedo lhe deram visibilidade, contam-se a Casa de Chá da Boa Nova (1958-63) e a Piscina da Marés (1961-62), ambas em Leça da Palmeira, a agência do Banco Pinto & Sotto Mayor (1971-74) em Oliveira de Azeméis, ou a casa Beires (1973-76) na Póvoa do Varzim.

Após a revolução de 25 de Abril de 1974, integra as equipas do SAAL (Serviço Ambulatório de Apoio Local), onde conclui os projectos de habitação colectiva da Bouça (1973-77 e 2004-06) e São Victor (1974-77), ambos no Porto, e é-lhe encomendado pelo Município de Évora o projecto para a construção do bairro de habitação social da Quinta da Malagueira (desde 1977), projecto que vai ter publicação internacional e o torna conhecido além-fronteiras.

Foi convidado a colaborar na reabilitação do bairro de Kreuzberg, em Berlim, na Alemanha, para onde fez três projectos, dos quais se destaca o Schlesisches Tor (1980-84), a sua primeira obra realizada no estrangeiro, a que se seguiram os projectos para Haia, na Holanda, de habitações colectivas no bairro Schilderswijk Ward (1986-88) e de duas casas no Parque Van der Venne (1986-88), e o Museu de Arte Contemporânea de Santiago de Compostela (1986-95), em Espanha.

Em Portugal, neste período destacam-se os projectos para a agência do Banco Borges & Irmão (1978-86), em Vila do Conde, a Escola Superior de Educação de Setúbal (1986-92), a Faculdade de Arquitectura do Porto (1985-86 e 1986-93) e o depósito de água e a biblioteca da Universidade de Aveiro (1989-90 e 1988-95). Em 1988, após o incêndio que destruiu o Chiado, é encarregado de coordenar a elaboração do respectivo plano de reconstrução, e o projecto de alguns dos edifícios.

Seguem-se outros projectos como a Igreja e Centro Paroquial de Marco de Canaveses (1990-96), o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (1991-99), no Porto, a estação de Metropolitano Baixa/Chiado (1992-95) ou o Pavilhão de Portugal para a Expo'98 (1995-98), em Lisboa.

Em Espanha, o projecto para o Centro Meteorológico da Vila Olímpica (1990-92) em Barcelona, a Faculdade de Ciências da Informação (1993-2000), em Santiago de Compostela, a Reitoria da Universidade de Alicante (1995-98), o Edifício Zaida (1998-2006), de escritórios, comércio e habitação, em Granada, e o Complexo Desportivo Ribero Serralo (2003-06), em Cornellà de Llobregat em Barcelona.

Na Holanda, a renovação e extensão do Museu Stedelijk (1995-98) em Amesterdão, o bloco de habitações e escritórios Ceramique Terrein (1997-2001), em Maastricht, e o Edifício New Orleans (2002-10), em Roterdão. Na Bélgica, a casa Van Middlelem-Dupont (1995-2001), em Oudenburg. Na Alemanha, o Museu de Arquitectura - Stifting Insel Hombroich (1995-2008), em Hombroich.

Na Argentina, o Centro Municipal no Districto Sud (1997), em Rosário. No Brasil, o Centro Cultural e Auditório para a Fundação Iberê Camargo (1998-2009), em Porto Alegre. Em Cabo Verde, o Plano para a Cidade Velha (1998) e uma Pousada no âmbito desse plano. Na Coreia do Sul, o Pavilhão Anyang (2005-06), o Museu Mimesis (2006-10) e o novo edifício de laboratório de Amore Pacific R & D (2007-10), em Seoul. Na Suiça, o Campus Novartis (2006-10), em Basileia.

Entre os projectos mais recentes em Portugal destacam-se a Estação de São Bento do Metro do Porto (1997-2005), a recuperação da Casa Camilo Castelo Branco e Casa da Cultura (1998-2005), em Ceide, Famalicão, o Pavilhão Multiusos (2000-07), em Gondomar, a Biblioteca Municipal de Viana do Castelo (2000-08), a casa do Pêgo (2002-05), em Sintra, a recuperação do Moinho do Papel (2003-09), em Leiria, a Adega Mayor (2003-06), em Campo Maior, a Adega Quinta do Portal (2003-08), em Celeiros do Douro, Sabrosa, ou o projecto de reformulação da Avenida dos Aliados (2005), no Porto.

Foi Professor Visitante na Escola Politécnica de Lausanne, na Universidade de Pensilvânia, na Escola de Los Andes em Bogotá, na Graduate School of Design of Harvard University como "Kenzo Tange Visiting Professor".

Entre os muitos prémios com que foi distinguido destacam-se: o Prémio de Arquitectura da Associação Internacional de Críticos de Arte em 1982, o Prémio de Arquitectura da Associação de Arquitectos Portugueses em 1987 e em 1993, a Medalha de Ouro da Fundação Alvar Aalto em 1988, o Prémio Prince of Wales da Harvard University em 1988, o Prémio Europeu de Arquitectura / Fundação Mies van der Rohe em 1988, o Prémio Pritzker em 1992, o Prémio Secil de Arquitectura em 1996, 2000 e 2006, o Praemium Imperiale pela Japan Art Association em 1998, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique em 1999, o Prémio de Artes pela Wolf Foundation em Israel em 2001, o Leão de Ouro para o melhor projecto na Bienal Arquitectura de Veneza em 2002, a Medalha de Ouro Real pelo Royal Institute of British Architects em 2009, a Medalha de Ouro pela Academie d'Architecture de Paris em 2009, a Medalha de Mérito Cultural pelo Ministério da Cultura em 2009, a Medalha de Ouro da UIA em Tóquio em 2011, e o Leão de Ouro pelo Conjunto da Obra da Bienal de Arquitectura de Veneza em 2012.


Informações sobre o documentário aqui.
Mapa de localização do local onde decorrerá a sessão aqui.

Apoio:
Município de Gavião

PROGRAMA:

20 de Março, 19h00
Biblioteca Municipal de Gavião
WALTER GROPIUS + ÁLVARO SIZA = DUAS ESCOLAS
da série ARCHITECTURES
A BAUHAUS DE DESSAU
(1999, Frédéric Compain, 27')
A ESCOLA DE SIZA
(2000, Richard Copans e Stan Neumann, 27')

16 de Abril, 18h30
Instituto Politécnico de Tomar
MANUEL TAÍNHA
In Medias Res - No Meio das Coisas

domingo, 3 de fevereiro de 2013

AIRES MATEUS, O PRÉMIO MIES VAN DER ROHE E A NOSSA REGIÃO

Foto: FG+SG fotografia de arquitectura
AIRES MATEUS ARQUITECTOS são um dos cinco finalistas da edição de 2013 do Prémio Mies van der Rohe - Prémio (bienal) de Arquitectura Contemporânea da União Europeia, com o projecto do edifício de um Lar de Terceira Idade construído em Alcácer do Sal.

Recordamos que já é a segunda vez que esta dupla da arquitectos se encontra na lista de finalistas para este prémio, sendo que a anterior foi em 2007 com o projecto do Centro de Artes de Sines, ano em que o prémio foi para a dupla MANSILLA + TUÑÓN ARQUITECTOS com o projecto MUSAC - Museu de Arte Contemporânea de Castilla e Léon.

Entre os membros do Júri contam-se o arquitecto português Pedro Gadanho, curador para a Arquitectura Contemporânea no Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova Iorque, e o arquitecto Antón Garcia-Abril, que o Núcleo do Médio Tejo convidou para proferir uma conferência sobre o projecto Hemeroscopium, em Março de 2007 no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, por altura do lançamento do PAPELPAREDE 01º sobre o tema Casa.

E é nesta vila do Médio Tejo que se prepara para breve a abertura da exposição AS ESCOLAS - AIRES MATEUS & ASSOCIADOS, que esteve patente ao público em Abrantes entre Outubro e Novembro do ano passado, e que será complementada com a conferência que não foi possível realizar aí.

Este prémio, cujo primeiro vencedor, em 1988, foi o arquitecto Álvaro Siza com o projecto da agência bancária do Banco Borges & Irmão, em Vila do Conde, já contou nas suas listas de nomeados com alguns projectos realizados na área de intervenção desta Delegação da Ordem dos Arquitectos, como a casa em Alcanena do arquitecto Eduardo Souto Moura (em 1992), o Fluviário de Mora dos PROMONTÓRIO ARQUITECTOS (em 2007) ou a Casa dos Cubos, em Tomar, do atelier EMBAIXADA ARQUITECTURA (em 2009).

Algumas ligações relacionadas:

Veja ainda no nosso Livro de Honra:

sexta-feira, 20 de abril de 2012

LUGARES DE CULTO + ARQUITECTURAS LOCAIS

Exposição
LUGARES DE CULTO
FOTOGRAFIAS DE ARQUITECTURA DE RUI MORAIS DE SOUSA
+
ARQUITECTURAS LOCAIS
1993-2003 RETROSPECTIVA

21 de Abril a 6 de Maio
Parque Urbano de S. Lourenço, Abrantes

Mais uma etapa da itinerância da exposição de fotografias de arquitectura, enquanto Lugares de Culto ou Culto dos Lugares, composta por dezasseis ampliações em grande formato de fotografias de obras de Álvaro Siza, Carrilho da Graça, Manuel Taínha, Fernando Távora, Gonçalo Byrne, Raul Lino, Eduardo Souto Moura e Vittorio Gregotti e Manuel Salgado.

Rui Morais de Sousa nasceu em Silva Porto, Angola, em 1955. Iniciou a sua actividade como fotógrafo profissional no Instituto de História de Arte (Kunsthistorishes Institut) da Universidade de Heidelberg, Alemanha. Regressado a Portugal em 1990, paralelamente à actividade de estúdio e publicidade, opta por se especializar na área da fotografia de arquitectura. Trabalhos publicados em Portugal e no estrangeiro em inúmeros livros e revistas da especialidade. Álvaro Siza e Mies van der Rohe são alguns dos nomes cuja obra se encontra extensamente documentada. Sócio-fundador da White & Blue em Novembro de 2000.

Inaugurada pela primeira vez em 19 de Outubro de 2007 na Galeria Municipal de Arte de Abrantes, onde esteve até 16 de Novembro do mesmo ano, esteve depois na Casa dos Cubos, em Tomar, de 20 de Março a 13 de Abril de 2008, e de 13 a 28 de Junho de 2009 no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha.
Em Outubro de 2009, a pedido da Delegação do Algarve da Ordem dos Arquitectos, esta exposição esteve patente ao público na Galeria Municipal ARCO, em Faro, de 5 de Outubro a 5 de Novembro.

A exposição Arquitecturas Locais foi realizada pela TAGUS no âmbito das III Jornadas do Património Rural, em 2003, e consta de obras realizadas nos concelhos de Abrantes, Constância, Mação e Sardoal, com projectos de arquitectos locais no período de 1993 a 2003.