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domingo, 1 de outubro de 2017

HÁ DEZ ANOS - DIA MUNDIAL DA ARQUITECTURA EM ABRANTES
EXPOSIÇÃO DUARTE CASTEL-BRANCO

No dia 1 de Outubro de 2007, comemorou-se em Abrantes o Dia Mundial da Arquitectura com a inauguração da exposição DUARTE CASTEL-BRANCO - Arquitecto, Urbanista, Um Percurso, Uma Obra, organizada pelo Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos em parceria com o Município de Abrantes.
Com a presença do homenageado, a exposição teve lugar na Biblioteca Municipal António Botto, obra do próprio que resultou da adaptação do Convento de São Domingos, e a sua abertura contou com a participação de Nelson de Carvalho, presidente da Câmara Municipal de Abrantes.

(Clique na imagem para ver mais)
Seguiu-se uma conferência sobre o arquitecto e urbanista Duarte Castel-Branco, com moderação do arquitecto Rui Serrano, presidente do Núcleo do Médio Tejo, e com as intervenções dos arquitectos Duarte Nuno Simões, Ana Tostões e Leonor Cintra Gomes, presidente da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos, que assinalou a data com a apresentação nacional da brochura Trabalhar com um Arquitecto.



Seguiu-se um jantar comemorativo no restaurante "O Fumeiro" que contou com a presença de cerca de três dezenas de comensais, entre arquitectos e convidados.

A exposição esteve patente ao público até ao dia 19 de Outubro de 2007, e dela foi editado um catálogo que pode ser folheado aqui:

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

ARQUITECTURA AO CENTRO #09



CLUBE NÁUTICO DE ALDEIA DO MATO
ABRANTES, ALDEIA DO MATO

Fátima Fernandes e Michele Cannatà
Cannatà e Fernandes
2004

O projecto do Clube Náutico da Aldeia do Mato em Abrantes, é uma consequência de um processo de construção de dois protótipos com características de auto-suficiência energética.
Este módulo destina-se por excelência a ser instalado em lugares que não permitem alterações profundas em termos construtivos e ambientais, por exemplo nos parques naturais, onde a construção é contrária ao princípio do parque, em praças já realizadas, em praias, praticamente em zonas onde não é possível por vários motivos ter acesso a infra estruturas.
Cada módulo tem como base as dimensões de 3,00 largura por 9,00 cumprimento, com uma área de 27 m2. Esta estrutura pretende ser previamente elaborada não oferecendo qualquer trabalho no sítio onde vai ser instalada, devendo ser transportada por um camião ou helicóptero.
Cada módulo ou contentor além de dar resposta a novas formas de apropriação do espaço, pretende ser aberto à utilização de novos materiais ou tecnologias possibilitando maior controlo energético e utilizando as características de resistência e leveza que possam oferecer outros materiais.

site: cannatafernandes.com

ver mais sobre o projecto:
archdaily.com
archdaily.com.br
archello.com
inhabitat.com
plataformaarquitectura.cl

segunda-feira, 24 de julho de 2017

ARQUITECTURA AO CENTRO #06



ANFITEATRO AO AR LIVRE
ABRANTES, RIO DE MOINHOS

Andreia Salavessa e Tiago Mota Saraiva
Vera João, Ana Luísa Cunha, João Torres, Zofia Józefowicz, Sophia Walk
(concurso: Carolina Condeço, Nuno Ferreira)
Ateliermob
2013

Localizado na margem direita do rio Tejo junto ao aglomerado urbano de Rio de Moinhos, o Cais das Barcas servia para acostar embarcações de pescadores e de transporte de pessoas e bens entre as duas margens do Tejo. Dos elementos construídos resiste um muro de contenção de terras e uma rampa embarcadouro, ambos em alvenaria de pedra. Observam-se ainda alguns troços de calçadas em seixo, deduzindo-se que uma grande parte destes se encontra soterrado, devido à falta de manutenção e acumulação superficial de terras e vegetação.
Com o projecto procura-se recriar um lugar a partir da reabilitação do cais, acrescentando-lhe novas valências de referência colectiva. Um novo espaço para a população local que se assuma como um elemento na paisagem e um lugar de reunião da comunidade local. Partindo da ideia de um anfiteatro aberto sobre o Rio propõe-se uma estrutura que funcione como um marco na paisagem.
Esta plataforma poderá ser utilizada para concertos de pequena escala, lições das escolas locais, assembleias de freguesia ou um simples encontro. A partir do auditório, paralelo ao cais existente (a reabilitar), aproveita-se para redesenhar todo o espaço à sua volta, sem lhe retirar o carácter naturalizado ainda que dotando-o de mobiliário urbano – bancos e mesas, para uma mais efectiva utilização da população.
Rio de Moinhos tem vivido uma relação difícil com o rio, identificável no desenho da sua morfologia urbana - dos tempos de cheia aos períodos de seca e afastamento da água. Todos os anos na época de maiores chuvas, esta estrutura poderá ficar parcialmente submersa.
A intervenção proposta procura requalificar o lugar caracterizando-o como um novo espaço de reunião para a comunidade local. Na maior parte dos momentos em que não há nenhum evento, este anfiteatro passará a ser o local ideal para contemplar o rio e a paisagem.

site: ateliermob.com

ver mais sobre o projecto:
archdaily.com
archdaily.com.br
dezeen.com
metalocus.es

sexta-feira, 23 de junho de 2017

PROJECTAR #55



A 55.ª edição da actividade PROJECTAR propõe nova sessão dupla, dedicada a momentos revolucionários da arquitectura protagonizados por uma casa de campo, projectada por Andrea Palladio, e um edifício de carácter industrial, desenhado por Claude-Nicolas Ledoux, e terá lugar no auditório da sede da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos, em Abrantes, já no próximo dia 28 de Junho, pelas 19h00.



Ambos da série Architectures, o primeiro é dedicado à Villa Barbaro, e foi realizado por Stan Neumann em 2006:

Um episódio inédito da série "Arquitecturas" : a Villa Barbaro concebida por Andrea Palladio no século XVI.

Por volta de 1560, em Maser, os irmãos Barbaro, de uma das mais importantes famílias de Veneza, encomendam ao arquitecto Andrea Palladio a construção de uma casa de campo e ao pintor Véronèse a decoração das suas paredes. Antigo canteiro, o arquitecto inventa um novo tipo de residência rural, meio palácio, meio quinta. A villa paladiana é uma revolução. Pela primeira vez, a grande arquitectura preocupa-se com as funções do habitar, procurando ligar o belo e o útil, a coluna do templo e o celeiro...



O segundo documentário sobre a Salina de Arc-et-Senans, foi realizado por Stan Neumann e Richard Copans em 2004:

A salina de Arc-et-Senans construída por Claude-Nicolas Ledoux no século XVIII é uma utopia arquitectónica que serviu de referência aos maiores arquitectos modernos, de Gropius a Le Corbusier...

A Saline de Arc construída entre 1775 e 1779 representa uma revolução na arquitectura, uma década antes da Revolução propriamente dita. Ledoux pretende reinventar a arquitectura, como Rousseau quer reinventar o Contrato Social retornando às origens, aos "princípios naturais".




Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação do auditório da sede da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos, em Abrantes, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Município de Abrantes

PROGRAMA:

28 de Junho, 19h00
Sede da Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos, Abrantes
A Villa Barbaro (Villa de Maser)
ANDREA PALLADIO

(2006, Stan Neumann, 26')
A Salina de Arc-et-Senans
CLAUDE-NICOLAS LEDOUX

(2004, Stan Neumann e Richard Copans, 25')

quinta-feira, 22 de junho de 2017

HÁ DEZ ANOS - CONCURSO DAS MARGENS DO TEJO


Em 22 de Junho de 2007 foram divulgados, em Constância, os resultados do Concurso Internacional para a Dinamização do Rio nas Margens do Médio Tejo, organizado pela TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, com a colaboração dos Municípios de Abrantes, Chamusca, Constância e Vila Nova da Barquinha, e cujo júri foi composto pelos arquitectos Gonçalo Byrne (presidente), Luis Moreno Mansilla, Manuel Aires Mateus, arquitecto paisagista João Ferreira Nunes, Dr. António Marques (CCDRLVT), Dr. Pina da Costa e arquitecto Rui Serrano.


(Clique nas imagens para ver mais)

A cerimónia decorreu no Centro Náutico de Constância, Praia do Ribatejo, onde se realizou uma conferência de apresentação das propostas premiadas pelos seus autores, AtelierMob (1.º prémio), Wuda*Wurfbaum Dantas Architects (2.º prémio) e Atelier Rua (3.º prémio) e foi efectuado o lançamento do respectivo catálogo, distribuído com a edição de Julho da revista +arquitectura.
No mesmo local pôde ser visitada a exposição dedicada aos trabalhos apresentados a concurso, que posteriormente esteve patente ao público no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, de 16 a 26 de Julho, e na Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, de 17 a 26 de Setembro do mesmo ano.