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quarta-feira, 6 de abril de 2016

PROJECTAR #40


Pela segunda vez Fernando Távora e pela terceira Álvaro Siza na actividade PROJECTAR, estes serão os arquitectos em foco na quadragésima sessão a ter lugar no próximo dia 14 de Abril, pelas 19h00, no Mini Auditório do Teatro-Cine de Pombal.

Ambos da série Magazine de Arquitectura e Decoração com autoria de Isabel Colaço e Manuel Graça Dias e realizados por Edgar Feldman em 1993, o primeiro documentário a exibir será dedicado ao arquitecto Fernando Távora:
Um programa em que Manuel Graça Dias conversa com o arquiteto Fernando Távora sobre a sua obra, revisitando alguns dos seus projetos mais importantes, nomeadamente os edifícios junto à Ria de Aveiro, e as recuperações da Pousada de Santa Marinha em Guimarães, e da Casa da Covilhã, propriedade da família igualmente perto de Guimarães.

in: http://www.rtp.pt/arquivo/index.php?article=2357&tm=22&visual=4


Álvaro Siza será o arquitecto abordado no segundo documentário a exibir:
Programa dedicado ao arquitecto Álvaro Siza Vieira. Em conversa com o arquitecto Manuel Graça Dias, Siza Vieira recapitula a sua carreira e obras mais relevantes, fala dos projetos que tem em curso, e dá-nos a sua visão sobre o papel da arquitetura na sociedade.

in: http://www.rtp.pt/arquivo/index.php?article=2256&tm=22&visual=4


Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a outros técnicos e a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre mas limitadas à lotação do Mini Auditório do Teatro-Cine de Pombal, que está disponível para o efeito.

Apoio:
Município de Pombal

PROGRAMA:

14 de Abril, 19h00
Mini Auditório do Teatro-Cine de Pombal
FERNANDO TÁVORA
(1993, Edgar Feldman, 27')
ÁLVARO SIZA
(1993, Edgar Feldman, 26')

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

LUGARES DE CULTO - INAUGURAÇÃO



Inauguração da exposição LUGARES DE CULTO, Fotografias de Arquitectura de Rui Morais de Sousa, em Mação no dia 13 de Fevereiro, com captação de imagem e edição de Joaquim Diogo, a quem se deve também o patrocínio principal desta exposição.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

LUGARES DE CULTO


LUGARES DE CULTO
FOTOGRAFIAS DE ARQUITECTURA DE RUI MORAIS DE SOUSA
13 de Fevereiro a 5 de Março
Galeria de Exposições do Centro Cultural Elvino Pereira, Mação

Exposição itinerante de fotografias de arquitectura, enquanto Lugares de Culto ou Culto dos Lugares, composta por dezasseis ampliações em grande formato de fotografias de obras de Álvaro Siza, Carrilho da Graça, Manuel Taínha, Fernando Távora, Gonçalo Byrne, Raul Lino, Eduardo Souto Moura e Vittorio Gregotti e Manuel Salgado.

Um pequeno núcleo da exposição é dedicada ao trabalho do arquitecto Duarte Castel-Branco em Abrantes.

Rui Morais de Sousa nasceu em Silva Porto, Angola, em 1955. Iniciou a sua actividade como fotógrafo profissional no Instituto de História de Arte (Kunsthistorishes Institut) da Universidade de Heidelberg, Alemanha. Regressado a Portugal em 1990, paralelamente à actividade de estúdio e publicidade, opta por se especializar na área da fotografia de arquitectura. Trabalhos publicados em Portugal e no estrangeiro em inúmeros livros e revistas da especialidade. Álvaro Siza e Mies van der Rohe são alguns dos nomes cuja obra se encontra extensamente documentada. Sócio-fundador da White & Blue em Novembro de 2000.

Inaugurada pela primeira vez em 19 de Outubro de 2007 na Galeria Municipal de Arte de Abrantes, onde esteve até 16 de Novembro do mesmo ano, esteve depois na Casa dos Cubos, em Tomar, de 20 de Março a 13 de Abril de 2008, e de 13 a 28 de Junho de 2009 no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha. Em Outubro de 2009, a pedido da Delegação do Algarve da Ordem dos Arquitectos, esta exposição esteve patente ao público na Galeria Municipal ARCO, em Faro, de 5 de Outubro a 5 de Novembro. Voltou a Abrantes de 21 de Abril a 6 de Maio de 2012, no Parque de São Lourenço.

A exposição foi realizada com patrocínio da Foto Diogo, Mação.

domingo, 16 de março de 2014

PROJECTAR COM ÁLVARO SIZA


A segunda parte da próxima sessão - dupla - PROJECTAR, pelas 19h00 de dia 20 de Março, na Biblioteca Municipal de GAVIÃO, será dedicada ao arquitecto ÁLVARO SIZA, que pela segunda vez é alvo de atenção desta actividade.

Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira nasceu a 25 de Junho de 1933 em Matosinhos, filho de Júlio Siza Vieira e de Cacilda Ermelinda Camacho Carneiro.

Estudou arquitectura na Escola Superior de Belas Artes do Porto entre 1949 e 1955, construindo a sua primeira obra em 1954, antes de ter concluído o curso. Ensinou nesta escola entre 1966 e 1969, e regressou em 1976 como professor assistente de "Construção", passando para a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, quando esta se autonomizou daquela, onde deu a sua última aula em Outubro de 2003.

Foi colaborador de Fernando Távora entre 1955 e 1958, de quem havia sido aluno. Mais recentemente tem colaborado com os arquitectos Eduardo Souto Moura, entre outros para os projectos do Pavilhão de Portugal na Expo 2000 em Hannover e para o Pavilhão da Serpentine Gallery em 2005, e Carlos Castanheira em vários projectos para a Coreia do Sul desde 2005.

Entre as suas primeiras obras, que cedo lhe deram visibilidade, contam-se a Casa de Chá da Boa Nova (1958-63) e a Piscina da Marés (1961-62), ambas em Leça da Palmeira, a agência do Banco Pinto & Sotto Mayor (1971-74) em Oliveira de Azeméis, ou a casa Beires (1973-76) na Póvoa do Varzim.

Após a revolução de 25 de Abril de 1974, integra as equipas do SAAL (Serviço Ambulatório de Apoio Local), onde conclui os projectos de habitação colectiva da Bouça (1973-77 e 2004-06) e São Victor (1974-77), ambos no Porto, e é-lhe encomendado pelo Município de Évora o projecto para a construção do bairro de habitação social da Quinta da Malagueira (desde 1977), projecto que vai ter publicação internacional e o torna conhecido além-fronteiras.

Foi convidado a colaborar na reabilitação do bairro de Kreuzberg, em Berlim, na Alemanha, para onde fez três projectos, dos quais se destaca o Schlesisches Tor (1980-84), a sua primeira obra realizada no estrangeiro, a que se seguiram os projectos para Haia, na Holanda, de habitações colectivas no bairro Schilderswijk Ward (1986-88) e de duas casas no Parque Van der Venne (1986-88), e o Museu de Arte Contemporânea de Santiago de Compostela (1986-95), em Espanha.

Em Portugal, neste período destacam-se os projectos para a agência do Banco Borges & Irmão (1978-86), em Vila do Conde, a Escola Superior de Educação de Setúbal (1986-92), a Faculdade de Arquitectura do Porto (1985-86 e 1986-93) e o depósito de água e a biblioteca da Universidade de Aveiro (1989-90 e 1988-95). Em 1988, após o incêndio que destruiu o Chiado, é encarregado de coordenar a elaboração do respectivo plano de reconstrução, e o projecto de alguns dos edifícios.

Seguem-se outros projectos como a Igreja e Centro Paroquial de Marco de Canaveses (1990-96), o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (1991-99), no Porto, a estação de Metropolitano Baixa/Chiado (1992-95) ou o Pavilhão de Portugal para a Expo'98 (1995-98), em Lisboa.

Em Espanha, o projecto para o Centro Meteorológico da Vila Olímpica (1990-92) em Barcelona, a Faculdade de Ciências da Informação (1993-2000), em Santiago de Compostela, a Reitoria da Universidade de Alicante (1995-98), o Edifício Zaida (1998-2006), de escritórios, comércio e habitação, em Granada, e o Complexo Desportivo Ribero Serralo (2003-06), em Cornellà de Llobregat em Barcelona.

Na Holanda, a renovação e extensão do Museu Stedelijk (1995-98) em Amesterdão, o bloco de habitações e escritórios Ceramique Terrein (1997-2001), em Maastricht, e o Edifício New Orleans (2002-10), em Roterdão. Na Bélgica, a casa Van Middlelem-Dupont (1995-2001), em Oudenburg. Na Alemanha, o Museu de Arquitectura - Stifting Insel Hombroich (1995-2008), em Hombroich.

Na Argentina, o Centro Municipal no Districto Sud (1997), em Rosário. No Brasil, o Centro Cultural e Auditório para a Fundação Iberê Camargo (1998-2009), em Porto Alegre. Em Cabo Verde, o Plano para a Cidade Velha (1998) e uma Pousada no âmbito desse plano. Na Coreia do Sul, o Pavilhão Anyang (2005-06), o Museu Mimesis (2006-10) e o novo edifício de laboratório de Amore Pacific R & D (2007-10), em Seoul. Na Suiça, o Campus Novartis (2006-10), em Basileia.

Entre os projectos mais recentes em Portugal destacam-se a Estação de São Bento do Metro do Porto (1997-2005), a recuperação da Casa Camilo Castelo Branco e Casa da Cultura (1998-2005), em Ceide, Famalicão, o Pavilhão Multiusos (2000-07), em Gondomar, a Biblioteca Municipal de Viana do Castelo (2000-08), a casa do Pêgo (2002-05), em Sintra, a recuperação do Moinho do Papel (2003-09), em Leiria, a Adega Mayor (2003-06), em Campo Maior, a Adega Quinta do Portal (2003-08), em Celeiros do Douro, Sabrosa, ou o projecto de reformulação da Avenida dos Aliados (2005), no Porto.

Foi Professor Visitante na Escola Politécnica de Lausanne, na Universidade de Pensilvânia, na Escola de Los Andes em Bogotá, na Graduate School of Design of Harvard University como "Kenzo Tange Visiting Professor".

Entre os muitos prémios com que foi distinguido destacam-se: o Prémio de Arquitectura da Associação Internacional de Críticos de Arte em 1982, o Prémio de Arquitectura da Associação de Arquitectos Portugueses em 1987 e em 1993, a Medalha de Ouro da Fundação Alvar Aalto em 1988, o Prémio Prince of Wales da Harvard University em 1988, o Prémio Europeu de Arquitectura / Fundação Mies van der Rohe em 1988, o Prémio Pritzker em 1992, o Prémio Secil de Arquitectura em 1996, 2000 e 2006, o Praemium Imperiale pela Japan Art Association em 1998, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique em 1999, o Prémio de Artes pela Wolf Foundation em Israel em 2001, o Leão de Ouro para o melhor projecto na Bienal Arquitectura de Veneza em 2002, a Medalha de Ouro Real pelo Royal Institute of British Architects em 2009, a Medalha de Ouro pela Academie d'Architecture de Paris em 2009, a Medalha de Mérito Cultural pelo Ministério da Cultura em 2009, a Medalha de Ouro da UIA em Tóquio em 2011, e o Leão de Ouro pelo Conjunto da Obra da Bienal de Arquitectura de Veneza em 2012.


Informações sobre o documentário aqui.
Mapa de localização do local onde decorrerá a sessão aqui.

Apoio:
Município de Gavião

PROGRAMA:

20 de Março, 19h00
Biblioteca Municipal de Gavião
WALTER GROPIUS + ÁLVARO SIZA = DUAS ESCOLAS
da série ARCHITECTURES
A BAUHAUS DE DESSAU
(1999, Frédéric Compain, 27')
A ESCOLA DE SIZA
(2000, Richard Copans e Stan Neumann, 27')

16 de Abril, 18h30
Instituto Politécnico de Tomar
MANUEL TAÍNHA
In Medias Res - No Meio das Coisas

quinta-feira, 6 de março de 2014

PROJECTAR #19


Será dupla a décima nona sessão da actividade PROJECTAR com a exibição de dois documentários da série Architectures dedicados a dois emblemáticos edifícios escolares do século XX, na Biblioteca Municipal de Gavião no próximo dia 20 de Março, pelas 19h00.

Começamos com "A Bauhaus de Dessau", dedicado à escola projectada por Walter Gropius, num documentário realizado por Frédéric Compain.

Walter Gropius construiu em 1926 a sua "Escola Superior de Criação": a Bauhaus. Este estranho edifício, com paredes de vidro, ângulos rectos e coberturas planas, vai tornar-se num dos mais conhecidos da arquitectura do século XX.

Fundada por Gropius em 1919 em Weimar, a Bauhaus, que significa literalmente a arte de construir, consiste numa escola que pretende reconciliar a arte e o artesanato e assim criar uma nova estética ao serviço da indústria. Em 1925, expulsa de Weimar pela chegada da extrema direita ao poder, a escola encontra refúgio em Dessau, cidade industrial em plena expansão. Gropius recebe carta branca para a construção dos novos edifícios da escola o que lhe dá a oportunidade de pôr em prática as suas teorias sobre arquitectura; o funcionalismo, a rejeição de todo o princípio de simetria, a rejeição das curvas em benefício das linhas rectas, a recusa de qualquer aplicação decorativa, e finalmente a transparência, a das grandes fachadas de vidro, que virá a ser tão reproduzida ao longo do século XX. O edifício procura atingir simultaneamente dois objectivos: servir de "montra" à Bauhaus auxiliando-a a convencer o mundo da indústria, e constituir o lugar, a fundação de uma comunidade ideal de artistas-engenheiros. A chegada ao poder dos nazis vem pôr termo a esta etapa da aventura, mas o edifício conseguirá sobreviver ao terceiro Reich assim como à RDA. A lenda fundadora da arquitectura moderna, continua lá, pouco envelhecida, quase intacta, mas também mais enigmática do que poderíamos crer.


(in http://boutique.arte.tv/f465-architectureslebauhausdedessau)



Segue-se "A Escola de Siza", título do documentário realizado por Richard Copans e Stan Neumann dedicado à Faculdade de Arquitectura do Porto, concebida por Álvaro Siza.

Construída por Álvaro Siza, a faculdade de arquitectura do Porto brinca às escondidas com os elementos que a rodeiam. Uma espantosa reflexão sobre o espaço.

Tudo nasce de um cubo vazado, inspirado por um dos mais belos edifícios do antigo Porto: o palácio episcopal, nas margens do Douro. Álvaro Siza não gosta de construir no vazio. Encarregado de projectar a faculdade de arquitectura da cidade portuguesa, ele imagina um edifício diferente dos outros, obrigando os elementos a participar no jogo de oblíquas, enquadrando vistas na paisagem, estendendo, contraindo, quebrando a monotonia dos materiais de origem. O resultado é surpreendente: nenhuma referência, nenhuma entrada principal, envolventes inacabadas e uma torre ausente. Um modelo de originalidade sem floreados, respondendo às regras geométricas provocadoras do mestre. O edifício, terminado e inaugurado em 1996, foi concebido para acolher 500 estudantes.


(in http://boutique.arte.tv/f435-architectureslecoledesiza)


Com estas sessões propõe-se esta Delegação da Ordem dos Arquitectos exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

Estas sessões destinam-se, para além dos arquitectos da região, a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre e limitadas à lotação da sala que, na Biblioteca Municipal de Gavião, está disponível para o efeito.

Apoio:
Município de Gavião

PROGRAMA:

20 de Março, 19h00
Biblioteca Municipal de Gavião
WALTER GROPIUS + ÁLVARO SIZA = DUAS ESCOLAS
da série ARCHITECTURES
A BAUHAUS DE DESSAU
(1999, Frédéric Compain, 27')
A ESCOLA DE SIZA
(2000, Richard Copans e Stan Neumann, 27')

16 de Abril, 18h30
Instituto Politécnico de Tomar
MANUEL TAÍNHA
In Medias Res - No Meio das Coisas
(2013, Luciana Fina, 72')

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

PROJECTAR NO GAVIÃO

A Biblioteca Municipal de Gavião acolhe a actividade PROJECTAR, pelas 19h00 do próximo dia 20 de Março, para a sua décima nona sessão, com um programa diferente dedicado a dois edifícios de uma mesma tipologia, duas escolas do século XX: a Bauhaus de Dessau, do arquitecto Walter Gropius, e a Escola de Arquitectura do Porto, do arquitecto Álvaro Siza.



Ver Biblioteca Municipal de Gavião num mapa maior

Mais informações em breve.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

AIRES MATEUS, O PRÉMIO MIES VAN DER ROHE E A NOSSA REGIÃO

Foto: FG+SG fotografia de arquitectura
AIRES MATEUS ARQUITECTOS são um dos cinco finalistas da edição de 2013 do Prémio Mies van der Rohe - Prémio (bienal) de Arquitectura Contemporânea da União Europeia, com o projecto do edifício de um Lar de Terceira Idade construído em Alcácer do Sal.

Recordamos que já é a segunda vez que esta dupla da arquitectos se encontra na lista de finalistas para este prémio, sendo que a anterior foi em 2007 com o projecto do Centro de Artes de Sines, ano em que o prémio foi para a dupla MANSILLA + TUÑÓN ARQUITECTOS com o projecto MUSAC - Museu de Arte Contemporânea de Castilla e Léon.

Entre os membros do Júri contam-se o arquitecto português Pedro Gadanho, curador para a Arquitectura Contemporânea no Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova Iorque, e o arquitecto Antón Garcia-Abril, que o Núcleo do Médio Tejo convidou para proferir uma conferência sobre o projecto Hemeroscopium, em Março de 2007 no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, por altura do lançamento do PAPELPAREDE 01º sobre o tema Casa.

E é nesta vila do Médio Tejo que se prepara para breve a abertura da exposição AS ESCOLAS - AIRES MATEUS & ASSOCIADOS, que esteve patente ao público em Abrantes entre Outubro e Novembro do ano passado, e que será complementada com a conferência que não foi possível realizar aí.

Este prémio, cujo primeiro vencedor, em 1988, foi o arquitecto Álvaro Siza com o projecto da agência bancária do Banco Borges & Irmão, em Vila do Conde, já contou nas suas listas de nomeados com alguns projectos realizados na área de intervenção desta Delegação da Ordem dos Arquitectos, como a casa em Alcanena do arquitecto Eduardo Souto Moura (em 1992), o Fluviário de Mora dos PROMONTÓRIO ARQUITECTOS (em 2007) ou a Casa dos Cubos, em Tomar, do atelier EMBAIXADA ARQUITECTURA (em 2009).

Algumas ligações relacionadas:

Veja ainda no nosso Livro de Honra:

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

PROJECTAR


Sexta sessão Projectar, desta vez no Sardoal, pelas quais esta Delegação da Ordem dos Arquitectos se propõe exibir documentários de Arquitectura, como forma de divulgar a vida e obra de arquitectos com importância na história e teoria da arquitectura, nacional e internacional, de várias épocas e movimentos, e assim contribuir para o enriquecimento da cultura arquitectónica na nossa região.

«Um arquitecto, Álvaro Siza, e a sua equipa, são chamados a coordenar o projecto de recuperação da Cidade Velha, na ilha de Santiago, em Cabo Verde. O objectivo final é a candidatura desta cidade a Património Mundial da UNESCO. A Cidade Velha é um local histórico: anteriormente chamada Ribeira Grande, foi a primeira cidade fundada pelos portugueses em Cabo Verde (1462). Todo este processo suscita na população local grandes expectativas quanto à melhoria das suas condições de vida. Este filme conta a história do encontro entre estes dois mundos, o do arquitecto e o da população, acompanhando ao longo de três anos algumas das histórias que aconteceram…
É um filme sobre o que acontece quando uma realizadora chega antes do seu protagonista e fica depois de ele se ir embora. Ou seja, sobre como a experiência do lugar vai tomando o filme, tornando-o numa testemunha (por vezes confidente) aceite entre ambas as partes: Siza, o estrangeiro tão estrangeiro como a princípio ela é; a população, cada vez mais familiar para ela. É um filme com Siza e a população da Cidade Velha. Se foi Siza que o desencadeou, é a caboverdiana Rosalinda que o encerra. E entre um momento e o outro passam três anos.» Alexandra Lucas Coelho

Estas sessões destinam-se em primeiro lugar aos arquitectos da região, mas são abertas a todas as pessoas com curiosidade e interesse nestes temas, sendo de acesso livre e limitadas à lotação da sala, que no auditório do Centro Cultural Gil Vicente, no Sardoal, está disponível para o efeito, com um máximo de 70 lugares.

Apoio:
Município do Sardoal

PROGRAMA:

22 de Novembro, 21h30
Pequeno auditório do Centro Cultural Gil Vicente, Sardoal
O Arquitecto e a Cidade Velha (2003, Catarina Alves Costa, 72')

20 de Dezembro, 21h30
(local a anunciar)
Esboços de Frank Gehry

Estas sessões obtiveram a validação de 1 crédito cada no âmbito da formação obrigatória em temáticas opcionais dos estágios de ingresso na O.A.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

LUGARES DE CULTO + ARQUITECTURAS LOCAIS

Exposição
LUGARES DE CULTO
FOTOGRAFIAS DE ARQUITECTURA DE RUI MORAIS DE SOUSA
+
ARQUITECTURAS LOCAIS
1993-2003 RETROSPECTIVA

21 de Abril a 6 de Maio
Parque Urbano de S. Lourenço, Abrantes

Mais uma etapa da itinerância da exposição de fotografias de arquitectura, enquanto Lugares de Culto ou Culto dos Lugares, composta por dezasseis ampliações em grande formato de fotografias de obras de Álvaro Siza, Carrilho da Graça, Manuel Taínha, Fernando Távora, Gonçalo Byrne, Raul Lino, Eduardo Souto Moura e Vittorio Gregotti e Manuel Salgado.

Rui Morais de Sousa nasceu em Silva Porto, Angola, em 1955. Iniciou a sua actividade como fotógrafo profissional no Instituto de História de Arte (Kunsthistorishes Institut) da Universidade de Heidelberg, Alemanha. Regressado a Portugal em 1990, paralelamente à actividade de estúdio e publicidade, opta por se especializar na área da fotografia de arquitectura. Trabalhos publicados em Portugal e no estrangeiro em inúmeros livros e revistas da especialidade. Álvaro Siza e Mies van der Rohe são alguns dos nomes cuja obra se encontra extensamente documentada. Sócio-fundador da White & Blue em Novembro de 2000.

Inaugurada pela primeira vez em 19 de Outubro de 2007 na Galeria Municipal de Arte de Abrantes, onde esteve até 16 de Novembro do mesmo ano, esteve depois na Casa dos Cubos, em Tomar, de 20 de Março a 13 de Abril de 2008, e de 13 a 28 de Junho de 2009 no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha.
Em Outubro de 2009, a pedido da Delegação do Algarve da Ordem dos Arquitectos, esta exposição esteve patente ao público na Galeria Municipal ARCO, em Faro, de 5 de Outubro a 5 de Novembro.

A exposição Arquitecturas Locais foi realizada pela TAGUS no âmbito das III Jornadas do Património Rural, em 2003, e consta de obras realizadas nos concelhos de Abrantes, Constância, Mação e Sardoal, com projectos de arquitectos locais no período de 1993 a 2003.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

When Nemo met Siza


Banda desenhada de uma página de homenagem à personagem Little Nemo in Slumberland criada pelo autor norte-americano Winsor McCay realizada para o Fanzine Efeméride n.º 1, intitulado Nemo no século XXI, publicado por Geraldes Lino em 15 de Outubro de 2005.

Constitui também uma homenagem ao arquitecto Álvaro Siza Vieira e à sua obra, aqui em particular o Pavilhão de Portugal para a Expo 98, em Lisboa.

Foi realizada uma edição em serigrafia que pode ser adquirida em:

- LOJA DO MUSEU DE SERRALVES

- CASADARQUITECTURA

Ricardo Cabrita, 5 de Outubro de 2009